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Banda Mole escolhe Kayete como madrinha e celebra retorno às ruas

Bloco mais tradicional de BH aposta no cortejo raiz para marcar 51 anos

Aos 51 anos, a Banda Mole volta ao cortejo no Centro de BH e escolhe Kayete como madrinha da edição 2026. #Linkezine 🎭

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A Banda Mole, bloco mais antigo do pré-carnaval de Belo Horizonte, anunciou um reencontro com suas próprias origens. Em 2026, ano em que completa 51 anos de história, o grupo volta ao formato de cortejo pelas ruas do Centro da capital mineira e escolhe Kayete como madrinha da edição. A decisão simboliza mais do que uma homenagem: representa um resgate afetivo da essência do carnaval de rua belo-horizontino.

O desfile está marcado para o sábado que antecede o carnaval, 7 de fevereiro de 2026. A concentração começa às 16h, em frente à portaria do Parque Municipal, com percurso pela Avenida Afonso Pena até a Praça Sete e dispersão prevista para as 21h. O trajeto clássico reforça a proposta de reconectar foliões à memória coletiva da festa.

Kayete, figura conhecida da cultura local, recebeu o convite com emoção e nostalgia. Para ela, a Banda Mole sempre foi um marco simbólico da abertura do carnaval em BH. A relação com o bloco vem da infância, quando acompanhava os desfiles ao lado do pai. O retorno ao cortejo, segundo a artista, reacende lembranças e reafirma valores que considera essenciais: liberdade, alegria e respeito. Em suas palavras, carnaval é ocupar a rua com fantasia e extravasamento, sem abrir mão do cuidado com o outro.

A escolha da madrinha dialoga diretamente com o momento atual do carnaval belo-horizontino. Para Luiz Mário Ladeira, o Jacaré, fundador e presidente da Banda Mole, o crescimento do carnaval de rua criou o cenário ideal para que o bloco deixasse de ser apenas um evento pontual e voltasse a ser, de fato, um bloco em movimento. Kayete, afirma ele, personifica a irreverência mineira com responsabilidade, característica que sempre definiu a Banda Mole.

O novo formato também amplia impactos para além da folia. A produtora do bloco e presidente da Liga Belorizontina dos Blocos de Rua, Polly Paixão, destaca que o cortejo favorece a economia local. Ambulantes, antes limitados ao entorno fixo, passam a acompanhar o percurso, reforçando o caráter democrático da festa.

Empolgada, Kayete promete presença ativa junto aos foliões. Entre fotos, figurinos e proximidade com o público, ela antecipa um carnaval vivido de perto, com diversidade, empatia e muita alegria. A expectativa da organização é clara: unir tradição e energia contemporânea para transformar a avenida em um espaço de encontro, celebração e respeito — do começo ao fim.

 

Tradição, rua e afeto: a Banda Mole volta às origens e anuncia Kayete como madrinha de 2026 🎭🔥 #CarnavalBH  #BlocosDeRua

 

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