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Noite de drones, frio e resistência: Ucrânia enfrenta novo ataque em massa

Ofensiva russa com quase 300 drones expõe drama civil e testa resiliência ucraniana

Ataque em massa com drones agrava crise energética e humanitária na Ucrânia durante o inverno. #Linkezine ❄️

 

A madrugada na Ucrânia foi novamente marcada pelo som cortante das sirenes e pelo rastro luminoso de drones cruzando o céu. Em um dos maiores ataques recentes, a Rússia lançou quase 300 drones de ataque e 25 mísseis contra o país, atingindo em cheio uma nação já pressionada por um inverno rigoroso e por uma guerra que se estende há quase três anos.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a ofensiva teve como alvo principal a infraestrutura energética, aprofundando os cortes de energia elétrica e aquecimento em diversas regiões. Kiev, Dnipro, Kharkiv e Donetsk estão entre as cidades atingidas, em um cenário que ele descreveu como de “destruição extensa de infraestrutura residencial e civil”.

Entre os episódios mais graves, Zelensky destacou o ataque a um terminal postal na localidade de Korotych, na região de Kharkiv. Segundo ele, não havia qualquer objetivo militar no local. O bombardeio matou quatro pessoas, reforçando a percepção de que a população civil segue no centro da linha de fogo.

Enquanto os destroços ainda esfriavam, o termômetro despencava. Na região de Kyiv, as temperaturas chegaram a -12 °C nesta terça-feira (13), deixando centenas de milhares de famílias sem eletricidade em meio ao frio extremo. “A situação não é fácil”, reconheceu o presidente, ao relatar o impacto direto na rotina da população.

Mesmo diante do cenário adverso, Zelensky buscou sublinhar a resistência interna. Em mensagens publicadas nas redes sociais, afirmou que o apoio mútuo entre os ucranianos tem sido essencial. “Como sempre, onde quer que a Rússia tente destruir, os ucranianos se apoiam mutuamente”, escreveu, em um tom que mistura denúncia e apelo à solidariedade.

O líder ucraniano também voltou a cobrar apoio internacional. Segundo ele, cada ataque reforça a urgência de manter e ampliar a ajuda militar, especialmente no fornecimento de mísseis para sistemas de defesa aérea. Zelensky pediu a aceleração das entregas já acordadas com Estados Unidos e países europeus, destacando que o inverno torna a situação ainda mais crítica.

“A Rússia precisa aprender que o frio não a ajudará a vencer a guerra”, afirmou. Em meio à escuridão provocada pelos apagões, a mensagem que ecoa da Ucrânia é clara: resistir segue sendo uma necessidade diária — e não apenas um discurso.

 

Noite de drones, frio intenso e resiliência: a Ucrânia enfrenta mais um ataque em massa enquanto o inverno testa limites e solidariedade.  #GuerraNaUcrânia #ConflitoGlobal

 

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Sobre josuejr54 (4542 artigos)
Josué Bittencourt, carioca, pós- graduado pela faculdade Cândido Mendes. Atua no mercado com sua empresa Arte Foto Design é proprietário do site de conteúdo Linkezine. Registro Profissional: MTb : 0041561/RJ

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