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Verão com identidade: 10 roteiros afroturísticos para viver o Brasil em janeiro

Destinos afrocentrados ganham força nas férias de verão

O afroturismo ganha destaque nas férias de janeiro com roteiros que unem cultura, memória e identidade em todo o Brasil. #Linkezine 🌍

Janeiro chega com sol alto, malas abertas e um desejo renovado de conhecer o Brasil para além dos cartões-postais. Em meio à busca por experiências mais significativas, cresce o interesse por roteiros que conectam lazer, história e identidade. É nesse movimento que o afroturismo se afirma como uma das vertentes mais potentes do turismo cultural contemporâneo, convidando viajantes a enxergar o país a partir de narrativas negras, vivas e profundamente enraizadas nos territórios.

Dados do Ministério do Turismo, divulgados em 2024, mostram que, embora o litoral siga como preferência, o turismo cultural e histórico já responde por 5% do interesse dos viajantes, enquanto natureza, bem-estar e espiritualidade também ganham espaço. Esse cenário abre caminho para experiências que unem memória, pertencimento e descoberta — pilares centrais do afroturismo.

Para Carlos Humberto, CEO da Diaspora.Black, startup especializada em experiências afrocentradas, o diferencial está no ponto de vista. “O afroturismo permite que visitantes conheçam o Brasil por meio de narrativas construídas por quem vive e preserva esses territórios, valorizando a ancestralidade, a cultura e o protagonismo negro”, afirma.

Entre as 10 dicas de roteiros afroturísticos para janeiro, Salvador (BA) desponta com o Roteiro Afro do Pelourinho, que percorre igrejas, museus e espaços simbólicos da cultura afro-brasileira. No Recife (PE), o Circuito Afro-Recife revela tradições afro-pernambucanas no Recife Antigo. São Luís (MA) convida para o Roteiro Tambor, Memória e Cultura Negra, onde história e manifestações populares se encontram. Em Ouro Preto (MG), o Roteiro da Presença Negra revisita a contribuição da população negra na formação da cidade colonial.

São Paulo (SP) entra na lista com percursos pelo Marco Zero e pela Casa de Capoeira do Mestre Ananias, resgatando a presença negra na construção da maior metrópole do país. No Rio de Janeiro (RJ), a Pedra do Sal, o Museu do Samba e o Arco do Teles formam um circuito que une música, resistência e urbanidade. Completam a seleção experiências em quilombos no Vale do Ribeira (SP), roteiros afro-religiosos em Cachoeira (BA), vivências culturais em Alcântara (MA) e circuitos de memória negra em Belo Horizonte (MG).

Mais do que viagens, esses roteiros propõem encontros. “Nossa intenção é reconectar pessoas à história viva do Brasil, estimulando o desenvolvimento dos territórios e ampliando o reconhecimento da contribuição negra para a formação do país”, conclui Carlos Humberto. Um convite que transforma férias em aprendizado — e o caminho em consciência.

Viajar também é reconhecer histórias. Que tal um verão com mais identidade?  #Afroturismo
#TurismoCultural

 

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