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Bicicleta vira líder inesperada nos custos médicos de brasileiros no exterior

Acidentes com bike superam ski e snowboard em despesas

Acidentes com bicicleta já são os que mais geram despesas médicas a brasileiros no exterior, segundo a Coris. Planejamento e seguro fazem a diferença. #Linkezine 🚲

 

A cena é comum em cidades europeias, parques naturais ou estradas cênicas mundo afora: brasileiros sobre duas rodas, explorando destinos com a promessa de liberdade e paisagem aberta. O que nem sempre entra no roteiro é o risco. Um levantamento recente da Coris, referência em assistência e seguro viagem, revela que a bicicleta se tornou o esporte que mais gera despesas médicas a brasileiros no exterior — um dado que reposiciona a bike no mapa das viagens de aventura.

Pelo segundo ano consecutivo, ciclismo, ski e snowboard lideram o ranking de esportes com maior impacto financeiro em atendimentos médicos fora do país. A diferença agora é expressiva: os custos associados a acidentes de bicicleta foram quase seis vezes maiores do que os registrados no ski, que aparece em segundo lugar. O snowboard manteve a terceira posição, confirmando a exposição típica dos esportes de neve.

A liderança da bike não é casual. Ela acompanha uma mudança no comportamento do viajante brasileiro, que passou a incorporar o ciclismo tanto como experiência turística quanto como meio de deslocamento urbano em destinos internacionais. Do cicloturismo em rotas naturais ao uso cotidiano em cidades com trânsito intenso, a bicicleta amplia o tempo de exposição e, com ele, as chances de quedas, colisões e acidentes variados.

“O brasileiro está viajando mais e diversificando as experiências que busca no exterior. A prática esportiva entrou definitivamente no planejamento das viagens”, observa Cláudia Brito, diretora comercial e de marketing da Coris. “O ciclismo reúne contextos muito distintos, de trilhas técnicas a vias urbanas. Quando ocorre um acidente fora do país, os custos hospitalares costumam ser elevados e, muitas vezes, envolvem procedimentos complexos.”

Mesmo atrás da bicicleta, os esportes de neve seguem relevantes. Ski e snowboard concentram sinistros frequentes durante o inverno no hemisfério norte, geralmente associados a fraturas, lesões articulares e atendimentos emergenciais em regiões onde o custo médico é alto. São ocorrências que, sem cobertura adequada, rapidamente se transformam em um problema financeiro.

Nesse cenário, o seguro viagem deixa de ser item acessório. “Em esportes de aventura, a cobertura adequada não é escolha, é necessidade”, reforça Cláudia. Internações, cirurgias, remoções médicas e até repatriações podem alcançar valores elevados no exterior, exigindo suporte especializado.

Com o crescimento das viagens esportivas, a recomendação é clara: avaliar coberturas específicas para esportes de aventura, limites de despesas médicas, remoção e atendimento 24 horas em português. A bicicleta segue símbolo de mobilidade e lazer, mas, fora do país, também se revela um alerta sobre planejamento e proteção.

 

Duas rodas, muitos destinos — e riscos que pedem atenção. Bike lidera os custos médicos de brasileiros fora do país.  #SeguroViagem #TurismoDeAventura

 

 

 

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Sobre Andreia Trojan (132 artigos)
Profissional de Educação Física Graduada pela Univercidade da Cidade. Pós- Graduada em Fisiologia do Exercício pela Faculdades Integradas Maria Thereza Pós- Graduada em Acupuntura pela Frasce https://www.facebook.com/andreiatrojan.personal/

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