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Proteção financeira no fluxo do consumo: quando o seguro vira experiência

Plataformas digitais reinventam a oferta de proteção

Plataformas digitais transformam seguros em parte natural da jornada de consumo. #Linkezine 🔐

 

O seguro já não chega depois da compra. Ele acontece junto. No mesmo clique que confirma um pagamento, na mesma tela que finaliza um pedido. Em um cenário cada vez mais digital, a proteção financeira deixa de ser um produto distante para se integrar à rotina do consumidor — silenciosa, personalizada e disponível no exato momento da necessidade. É nesse ponto que fintechs, varejistas e marketplaces passam a redesenhar a lógica dos serviços financeiros no Brasil.

A digitalização acelerada do setor abriu espaço para modelos mais flexíveis e conectados. Hoje, empresas conseguem ofertar seguros, assistências e garantias estendidas sem alterar suas estruturas internas ou desenvolver sistemas próprios. A integração acontece por meio de plataformas tecnológicas modulares, que funcionam como pontes entre quem distribui e quem opera os produtos de proteção.

O movimento não é pontual. Segundo o Relatório Global de Seguros 2024, da Deloitte, 74% dos executivos do setor acreditam que a integração com plataformas digitais será decisiva para o crescimento dos modelos distribuídos, especialmente no ambiente online. Para o consumidor, o reflexo é direto: contratar proteção para um celular, uma residência ou até serviços financeiros passa a ser tão simples quanto aceitar um complemento no aplicativo que ele já utiliza.

A SSI Massificados surge como um dos exemplos dessa transformação silenciosa. Criada em 2020, em São Paulo, a empresa atua como elo tecnológico entre canais digitais e fornecedores de seguros, assistências e capitalização. Sua plataforma 100% online permite que parceiros lancem produtos em poucos dias, com operação integrada, escalável e aderente às exigências regulatórias, sem a necessidade de investimento em tecnologia própria.

“O seguro precisa estar presente no momento da jornada de consumo. O cliente quer resolver tudo ali, sem fricção”, resume Rubens Nogueira, cofundador da SSI Massificados. A proposta é transformar proteção em parte natural da experiência, não em uma decisão isolada ou burocrática.

O portfólio inclui desde seguros pessoais e proteções digitais até assistências 24 horas e planos odontológicos. Entre os parceiros estão fintechs como PicPay e varejistas como as Lojas TopFama, que utilizam a estrutura da SSI para ampliar suas ofertas e gerar novas fontes de receita recorrente.

Os dados reforçam o cenário favorável. A Pesquisa de Tecnologia Bancária 2024, da Febraban, aponta que 84% das transações bancárias no Brasil já ocorrem por meios digitais. A mesma tendência se estende à proteção financeira: até 2026, mais de 60% das instituições pretendem ampliar a oferta de seguros dentro de seus próprios canais.

Nesse novo ciclo, vender proteção deixa de ser o objetivo final. O foco passa a ser entregar valor no tempo certo, com simplicidade e confiança. E, cada vez mais, isso acontece sem que o consumidor precise sair do caminho que já estava trilhando.

O seguro não vem depois. Ele acontece junto.  #FintechBrasil #InovacaoFinanceira

 

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