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Calor, folia e alerta: o coração no limite do Carnaval

Altas temperaturas elevam riscos cardíacos

Calor, álcool e esforço físico podem sobrecarregar o coração no Carnaval. Especialista orienta cuidados essenciais. #Linkezine ❤️

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O som do trio elétrico ecoa, o asfalto vibra sob os pés apressados e o sol, impiedoso, parece competir com a batida da bateria. O Carnaval brasileiro acontece no auge do verão e transforma ruas em pistas de dança a céu aberto. No entanto, por trás da euforia coletiva, especialistas alertam para um risco silencioso: a sobrecarga do coração.

A combinação é conhecida — calor intenso, horas de esforço físico, hidratação insuficiente e consumo de álcool. Mas o impacto no organismo nem sempre recebe a devida atenção. Segundo o cardiologista Dr. Firmino Haag, coordenador da Cardiologia do Hospital Albert Sabin (HAS-SP), o corpo enfrenta um verdadeiro teste de resistência nesse cenário. “As altas temperaturas dilatam os vasos sanguíneos e elevam a frequência cardíaca. Quando somamos dança prolongada, caminhadas longas e exposição solar, o coração precisa trabalhar mais para manter a circulação e equilibrar a temperatura corporal”, explica.

O problema se agrava com a perda excessiva de líquidos e eletrólitos pelo suor. A desidratação pode provocar queda de pressão, tontura, mal-estar e até arritmias. Mesmo pessoas sem histórico de doença cardíaca podem sentir os efeitos. Para quem já convive com hipertensão, cardiopatias ou arritmias, o risco é ainda maior.

Outro ponto de atenção frequente nos blocos e camarotes é a mistura de álcool com bebidas energéticas. Ricas em cafeína e estimulantes, essas bebidas aceleram os batimentos cardíacos e elevam a pressão arterial. “Quando associadas ao calor e ao esforço físico, podem desencadear palpitações, taquicardia e descompensações cardiovasculares”, alerta o especialista. Além disso, os energéticos mascaram sinais de fadiga e embriaguez, prolongando a exposição do corpo ao estresse.

A recomendação médica é clara: hidratação constante com água, pausas regulares, evitar o sol nos horários mais quentes e respeitar os próprios limites. Substituir água por álcool ou energético pode custar caro. Pessoas com doenças cardiovasculares devem manter a medicação em dia e redobrar os cuidados.

Sintomas como dor no peito, falta de ar, tontura persistente, palpitações intensas ou desmaio exigem interrupção imediata da atividade e avaliação médica.

No ritmo contagiante da festa, o coração também dança — mas precisa de cuidado. Celebrar com responsabilidade é garantir que a quarta-feira chegue apenas com saudade, não com sustos.

 

No compasso da folia, quem dita o ritmo é o coração. Hidrate-se, faça pausas e curta com consciência.   #Carnaval2026 #SaúdeDoCoração

 

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