Documentos expõem declaração de Epstein sobre filha de ex-namorada
Arquivos do DOJ detalham fala de 2014
Em meio a arquivos oficiais e relatórios que continuam vindo à tona, novos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) reacendem discussões sobre o comportamento do financista Jeffrey Epstein. O material revela que ele teria manifestado, em 2014, uma declaração considerada perturbadora por seu teor: segundo registros, Epstein afirmou a amigos que a filha adolescente de sua ex-namorada, a modelo sueca Eva Dubin, era “a única pessoa com quem queria se casar”.
À época da suposta fala, a jovem tinha 19 anos. O relacionamento entre Epstein e Eva Dubin ocorreu nas décadas de 1980 e 1990. Os documentos agora tornados públicos não indicam que tenha havido qualquer ação concreta relacionada à declaração, mas registram o comentário como parte de depoimentos e anotações reunidos durante investigações conduzidas pelas autoridades norte-americanas.
Em nota, um porta-voz ligado à família classificou a frase atribuída a Epstein como um “comentário isolado”. Os Dubin afirmaram desconhecer qualquer intenção ou aproximação formal nesse sentido. Não há, nos arquivos divulgados, indicação de que a jovem tenha mantido relação com o financista além do convívio social decorrente do antigo vínculo com sua mãe.
Jeffrey Epstein, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento sob acusações federais de tráfico sexual de menores, permanece no centro de uma série de investigações e liberações graduais de documentos judiciais. A divulgação contínua desses materiais tem revelado detalhes sobre sua rede de contatos, comportamentos e declarações ao longo dos anos.
O caso Epstein tornou-se um dos mais emblemáticos da história recente dos Estados Unidos, não apenas pelas acusações criminais, mas também pela amplitude de suas conexões sociais e políticas. Cada novo lote de documentos amplia o mosaico de informações e levanta questionamentos sobre responsabilidades, omissões e o alcance de sua influência.
A revelação mais recente, embora baseada em uma declaração registrada e não em ação comprovada, reforça o escrutínio permanente sobre o histórico do financista. No ritmo lento das liberações oficiais, o passado continua sendo revisitado — linha por linha, documento por documento — em busca de respostas que ainda ecoam.
Novos arquivos oficiais reacendem debates sobre o caso Epstein. #JustiçaEUA
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