O barulho seco da bola na raquete volta a ecoar com força no Rio de Janeiro. Com a aproximação do Rio Open 2026, maior torneio de tênis da América do Sul, a cidade não apenas recebe estrelas internacionais, mas também reacende o entusiasmo de quem assiste das arquibancadas — ou decide trocar o sofá pela quadra.
A atmosfera do campeonato ultrapassa os limites do Jockey Club Brasileiro e se espalha por clubes, academias e arenas esportivas. Aproveitando esse movimento, o Wellhub realizou um mapeamento dos principais espaços para a prática de tênis, beach tennis e até pickleball na capital fluminense, conectando o calendário esportivo internacional à rotina de bem-estar dos cariocas.
A proposta é simples: transformar inspiração em ação. Em vez de apenas acompanhar os grandes jogos, o público encontra opções para vivenciar a experiência na prática. A lista reúne locais distribuídos por diferentes regiões da cidade, contemplando desde iniciantes curiosos até atletas mais experientes.
O crescimento da modalidade é evidente. Segundo Guilherme Gabriele, vice-presidente de Parcerias do Wellhub, o Rio vem registrando avanço consistente nos esportes de raquete. “Em janeiro de 2026, o número de parceiros do Wellhub no estado nessa categoria cresceu 59% em relação ao mesmo período de 2025. O beach tennis se destacou com aumento de 63%”, afirma. Os números refletem uma tendência que une atividade física, socialização e qualidade de vida.
O fenômeno não é isolado. Outras capitais brasileiras também ampliam o acesso a quadras e arenas, democratizando modalidades que antes estavam restritas a clubes tradicionais. O pickleball, por exemplo, ganha espaço como alternativa dinâmica e inclusiva, atraindo públicos de diferentes faixas etárias.
No Rio, o cenário é especialmente simbólico. Cidade de vocação esportiva, que já foi palco olímpico e sede de grandes competições, mantém viva a cultura da prática ao ar livre. Entre partidas na areia e trocas rápidas em quadras duras, o espírito do Rio Open se transforma em convite permanente ao movimento.
Mais do que espetáculo, o torneio funciona como catalisador. A cada edição, reforça a ideia de que o esporte não precisa ser distante ou inacessível. Ele pode começar ali, na quadra do bairro, sob o sol carioca, onde cada saque inaugura uma nova rotina.
Do torneio internacional à quadra do bairro: é hora de sacar. #RioOpen
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