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Ibovespa bate novo recorde e dólar cai ao menor nível desde maio de 2024 após revés a tarifaço nos EUA

Mercado reage a decisão judicial e PIB fraco

Ibovespa bate novo recorde e dólar cai ao menor nível desde maio de 2024 após decisão sobre tarifaço nos EUA. Mercado reage a cenário externo. #Linkezine 📈

 

A sexta-feira amanheceu tensa nos mercados globais, mas terminou em tom de euforia na Bolsa brasileira. Em meio a um revés judicial imposto ao ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos e a dados mais fracos da economia americana, o Ibovespa renovou recordes históricos, enquanto o dólar caiu ao menor nível desde maio de 2024.

A moeda norte-americana encerrou o dia em queda de 0,98%, cotada a R$ 5,17. Na semana, acumulou desvalorização de 1,02%. Já o principal índice da B3 fechou aos 190.534 pontos, com alta de 1,06%, após atingir máxima intradiária inédita de 190.727 pontos. No acumulado semanal, o avanço foi de 1,11%.

O movimento teve como principal gatilho a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas de importação impostas por Trump. O tribunal considerou que o republicano extrapolou sua autoridade ao elevar as taxas com base no International Emergency Economic Powers Act. Embora Trump tenha sinalizado que poderá recorrer a outros instrumentos legais, como a Seção 122 para instituir uma tarifa global temporária de 10%, o mercado interpretou o julgamento como um alívio imediato para o comércio internacional.

Outro fator relevante foi o desempenho abaixo do esperado da economia americana. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA desacelerou para 1,4% no quarto trimestre de 2025, distante dos 3% projetados pelo mercado e bem abaixo dos 4,4% registrados no trimestre anterior. O dado reforçou a percepção de que o Federal Reserve pode adotar postura mais cautelosa na condução dos juros.

O índice de preços de gastos com consumo (PCE), indicador de inflação preferido do Fed, também esteve no radar. Houve alta de 0,4% em dezembro, acumulando 2,9% em 12 meses — levemente acima do mês anterior.

No cenário internacional, o petróleo seguiu sob atenção, em meio às tensões entre Estados Unidos e Irã e ao risco de impacto no Estreito de Ormuz. Ainda assim, o apetite por risco prevaleceu.

No Brasil, a agenda foi mais enxuta. A taxa de desemprego do quarto trimestre recuou em seis estados, segundo o IBGE, enquanto permaneceu estável nas demais unidades da federação.

Entre decisões judiciais, indicadores econômicos e tensões geopolíticas, o mercado mostrou que reage rápido — e, desta vez, escolheu celebrar.

 

Recorde na Bolsa e dólar em queda: sexta-feira de alívio nos mercados.  #Ibovespa
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