Polícia Civil resgata adolescente e prende suspeito por violência doméstica em Angra
Ação da Deam ocorreu na Costa Verde
Em uma manhã que poderia ter sido apenas mais uma na rotina de Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense, o trabalho silencioso da investigação policial mudou o rumo de uma história marcada por medo e isolamento. Neste sábado (21/02), agentes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) prenderam um homem suspeito de violência doméstica e resgataram uma adolescente de 15 anos que, segundo denúncia, estava sendo mantida sob agressões e impedida de sair do imóvel.
O caso chegou à delegacia por meio do pai da jovem. Preocupado, ele procurou a unidade policial e relatou que a filha estaria sofrendo violência por parte do companheiro. As informações indicavam, ainda, que ela não tinha liberdade para deixar o local onde vivia.
Diante da gravidade da denúncia, os policiais iniciaram diligências imediatas. O trabalho de inteligência permitiu identificar a comunidade onde o casal estava e localizar o imóvel. No endereço, os agentes efetuaram a prisão do suspeito e resgataram a adolescente. Uma criança de um ano também foi encontrada no local.
De acordo com as investigações preliminares, o casal teria deixado outra cidade após ser expulso de uma comunidade em razão das agressões atribuídas ao homem contra a jovem. Ao se estabelecer em Angra dos Reis, ele acreditava que não seria localizado. A atuação da Polícia Civil, no entanto, interrompeu o ciclo de violência.
O suspeito foi conduzido à unidade policial e permanece à disposição da Justiça. A adolescente recebeu atendimento e acompanhamento conforme os protocolos de proteção a vítimas de violência doméstica.
O episódio reforça a importância da denúncia e da atuação especializada das delegacias voltadas ao atendimento de mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade. Em casos de violência doméstica, o silêncio pode prolongar o sofrimento — enquanto a informação e a ação rápida podem representar o início de um recomeço.
A investigação segue em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.
Denunciar é proteger. Em Angra, a ação foi rápida. #ViolênciaDoméstica
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