BOOBAM inaugura novo capítulo do design autoral em Ipanema
Plataforma conecta público e criadores
Quem caminha pela Rua Garcia d’Ávila percebe que Ipanema nunca foi apenas vitrine de moda ou gastronomia. Agora, o bairro ganha mais um ponto de efervescência criativa. A BOOBAM chega ao Rio de Janeiro como uma nova plataforma de circulação cultural dedicada a aproximar público e criadores brasileiros, ampliando o diálogo entre arte, design e cotidiano.
Instalada no número 73, a BOOBAM não se propõe a ser apenas uma loja ou galeria. A ideia é funcionar como vitrine curatorial — um espaço onde cada peça carrega contexto, processo e narrativa. Em vez de objetos isolados, o visitante encontra histórias: de ateliês, de pesquisas materiais, de experimentações que atravessam tradição e contemporaneidade.
O recorte é claro: design autoral contemporâneo, com ênfase na cena carioca. Entre os nomes presentes estão Assimply Studio, Studio Pedro Leal, Gustavo Bittencourt e O Ebanista, criadores que dialogam com o território, exploram matérias-primas brasileiras e tensionam a fronteira entre funcionalidade e arte. A curadoria atua como mediadora, traduzindo conceitos e tornando o mercado menos hermético para quem deseja começar a colecionar ou simplesmente incorporar peças autorais à rotina.
Em um momento em que o consumo busca propósito e identidade, a BOOBAM aposta na descoberta como experiência. A proposta é tornar o encontro com o design algo menos eventual e mais integrado ao dia a dia. Não é preciso esperar uma grande feira ou evento: o acesso passa a estar na esquina.
Outro marco importante é a presença da Oficina Francisco Brennand. O espaço se torna ponto oficial de venda das obras no Rio de Janeiro, conectando um dos legados mais emblemáticos da arte brasileira a uma nova geração de apreciadores. A iniciativa cria uma ponte simbólica entre tradição e contemporaneidade, reafirmando que cultura também é circulação — física, afetiva e comercial.
Ao abrir as portas em Ipanema, a BOOBAM amplia o circuito de arte e design da cidade e reforça o papel da curadoria como ferramenta de aproximação. Em tempos de excesso de informação, oferecer contexto é quase um gesto político.
O Rio segue reinventando seus mapas culturais. E, agora, há um novo endereço para quem acredita que design é mais do que objeto: é linguagem, memória e presença no cotidiano.
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