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PF indicia Rodrigo Bacellar e TH Joias por suspeita de vazamento ao Comando Vermelho

Inquérito aponta repasse de dados sigilosos

PF conclui inquérito e indicia Rodrigo Bacellar e TH Joias por suspeita de vazamento de informações sigilosas ao Comando Vermelho. #Linkezine ⚖️

 

Nos bastidores da política fluminense, a semana começou sob o peso de um indiciamento que atravessa gabinetes, tribunais e investigações sensíveis. A Polícia Federal concluiu inquérito que aponta o deputado estadual Rodrigo Bacellar e o ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, como suspeitos de repassar informações sigilosas a integrantes do Comando Vermelho.

O caso revela uma engrenagem que, segundo a PF, envolvia acesso privilegiado a dados protegidos por sigilo judicial. Além dos dois parlamentares, foram indiciados Flávia Júdice Neto, Jéssica Oliveira Santos e Tharcio Nascimento Salgado, apontados como participantes no esquema de circulação das informações.

No centro da apuração aparece também o nome do desembargador Macário Judice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Ele é citado por supostamente ter tido acesso, em setembro do ano passado, a detalhes de processos contra TH Joias e repassado as informações a Bacellar, de quem era próximo. O deputado, segundo a investigação, teria compartilhado o conteúdo com o ex-parlamentar.

Apesar de ter sido preso durante as investigações, o magistrado não foi indiciado. A razão está nas regras previstas na Lei Orgânica da Magistratura, que estabelece procedimentos específicos para responsabilização criminal de juízes, exigindo trâmites próprios antes de eventual denúncia.

A Polícia Federal sustenta que o vazamento comprometeu diligências em curso. TH Joias foi preso na ocasião, mas, conforme o inquérito, teria tido tempo para retirar objetos da residência e destruir possíveis provas após ser alertado. Bacellar acabou preso em 3 de dezembro, sendo solto dias depois por decisão de colegas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Desde então, permanece licenciado da presidência da Casa e responde ao processo.

O indiciamento não representa condenação, mas encerra a fase investigativa da PF e encaminha o caso ao Ministério Público, que avaliará se apresenta denúncia à Justiça. O episódio amplia o debate sobre a relação entre poder político, acesso a informações sensíveis e segurança institucional.

Entre documentos, mensagens e depoimentos, o inquérito expõe uma trama que conecta esferas distintas do Estado. Resta agora acompanhar os próximos capítulos judiciais — e entender até onde as responsabilidades serão formalmente reconhecidas.

 

Investigação da PF aponta suposto repasse de dados sigilosos a integrantes do Comando Vermelho. #PolíticaRJ #PolíciaFederal

 

 

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