CCBB Rio transforma abril em um mergulho entre fantasia, cinema e cultura viva
Programação une arte, música e experiências
CCBB Rio transforma abril em um mergulho entre fantasia, cinema e cultura viva
Programação une arte, música e experiências
Abril chega ao Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, como um convite à travessia. Entre portais imaginários, despedidas afetivas e encontros inesperados, o espaço se reinventa mais uma vez como território de experiências — onde a arte não apenas se expõe, mas envolve.
A partir do dia 22, o público é conduzido ao universo de Yoshitaka Amano, artista japonês responsável por dar forma a mundos que atravessaram gerações, como Final Fantasy e Vampire Hunter D. A mostra “Além da Fantasia” reúne mais de 200 obras e aposta em uma narrativa imersiva, com projeções em 360 graus que transformam o percurso em uma espécie de sonho acordado. É um mergulho estético que dialoga com o imaginário contemporâneo e a cultura pop global.
Enquanto essa nova dimensão se abre, outra se despede. A exposição “Viva Mauricio”, dedicada ao legado de Mauricio de Sousa, entra em seus últimos dias após atrair mais de 600 mil visitantes. Um fechamento que carrega o peso da memória coletiva — e da infância compartilhada.
Mas abril no CCBB não se limita ao contemplativo. No cinema, a segunda edição de “Mestras do Macabro” coloca o terror sob novas perspectivas, com filmes dirigidos por mulheres que exploram o gênero a partir de olhares diversos. A experiência extrapola a tela no dia 17, com a “Noite no Museu”, que mistura sessão de cinema, festa e estética gótica em uma celebração noturna que promete ocupar todos os sentidos.
Para quem prefere outros ritmos, o calendário também pulsa ao ar livre. O tradicional Samba do Sacramento toma conta da área externa no dia 25, reunindo música, dança e ancestralidade em uma roda que já se consolidou como um dos encontros culturais mais vibrantes do centro da cidade.
Nos palcos, o teatro traz estreias e reflexões. “O Extermínio da Cegonha” propõe um olhar contemporâneo sobre relações mediadas por tecnologia, enquanto a Mostra Violas Brasileiras, a partir do dia 30, resgata e reinventa a sonoridade de um dos instrumentos mais simbólicos do país.
Entre filmes clássicos, debates sobre moda e propriedade intelectual, encontros literários e atividades educativas, o CCBB constrói uma programação que atravessa linguagens e públicos. Um mosaico cultural que reflete o próprio tempo: múltiplo, híbrido e em constante transformação.
No fim, abril não é apenas um mês na agenda do CCBB. É um percurso. E, como todo bom percurso, deixa no visitante a sensação de que sempre há mais a descobrir.
Abril no CCBB é convite: entrar, sentir e atravessar mundos sem sair do Rio. #CulturaRJ
#AgendaCultural
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