Cidade Junina 2026 anuncia shows e transforma BH em palco de memórias e encontros
Festival celebra 5 anos com line-up histórico
Cidade Junina 2026 anuncia shows e transforma BH em palco de memórias e encontros
Festival celebra 5 anos com line-up histórico
Quando o calendário se aproxima de junho, Belo Horizonte começa a mudar de ritmo. Bandeirinhas imaginárias parecem surgir no horizonte, e a expectativa ganha forma com o anúncio da Cidade Junina 2026. Consolidado como um dos maiores eventos culturais da capital mineira, o festival celebra cinco anos de história com uma programação que mistura tradição, diversidade e espetáculo.
Entre os dias 23 de maio e 4 de julho, o espaço montado no bairro Olhos D’Água volta a se transformar em uma cidade cenográfica viva, onde música, gastronomia e experiências se encontram. A abertura já dá o tom da edição comemorativa: Zé Ramalho e Elba Ramalho sobem ao palco em uma noite dedicada à força da música nordestina e da MPB, evocando memórias e emoções que atravessam gerações.
Ao longo das semanas, o festival costura diferentes estilos musicais como quem monta uma colcha de retalhos cultural. No dia 30 de maio, Belo e Dilsinho assumem o protagonismo com o romantismo do pagode. Na sequência, 5 de junho traz a pulsação urbana de Pedro Sampaio, Teto e Wiu, ampliando o alcance do evento para além das tradições juninas.
A pluralidade continua no Dia do Rock, em 6 de junho, enquanto João Gomes, no dia 13, reforça a presença do piseiro e da nova música nordestina. O encerramento, marcado para 4 de julho, promete uma despedida vibrante com Xand Avião e Mari Fernandez, selando a edição com energia e contemporaneidade.
Mas a Cidade Junina vai além dos palcos. O projeto se destaca por criar um ambiente imersivo que simula o interior brasileiro, com ruas temáticas, igrejinha, roda-gigante e uma curadoria gastronômica que valoriza sabores típicos. É nesse cenário que a chamada “Cidadezinha” ganha força, oferecendo programação diurna com quadrilhas, oficinas, brincadeiras e atividades para todas as idades.
Ao longo dos anos, o evento deixou de ser uma aposta para se tornar tradição no calendário afetivo da cidade. A proposta, segundo a organização, é justamente essa: criar um espaço onde diferentes gerações possam se encontrar, compartilhar e construir novas memórias.
Com ingressos à venda a partir de 1º de abril, a expectativa é de mais uma temporada de casa cheia. Em Belo Horizonte, a festa já tem endereço — e, ao que tudo indica, continua crescendo, ano após ano.
Bandeirinhas no alto e som no palco: BH já entrou no clima junino. #FestaJunina #BeloHorizonte
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