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Livro sobre ditadura militar concorre ao Jabuti Acadêmico 2026

Coletânea propõe reflexão sobre memória e democracia

Coletânea sobre ditadura militar brasileira é inscrita no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026. #Linkezine 📚

Livro sobre ditadura militar concorre ao Jabuti Acadêmico 2026

Coletânea propõe reflexão sobre memória e democracia

Sessenta anos após o golpe militar de 1964, a história ainda ecoa em debates, pesquisas e disputas de memória. Em meio a esse cenário, a coletânea 1964: O que ainda nos resta dizer?, organizada pela historiadora Luciene Carris, surge como uma tentativa de revisitar o passado com olhar crítico e contemporâneo. A obra, publicada pela Editora Metanoia, agora integra a lista de inscritos do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026, ampliando a visibilidade de um tema que permanece sensível e atual.

Reunindo 11 autores, o livro é estruturado em oito capítulos que exploram diferentes dimensões da ditadura militar brasileira. A proposta vai além da cronologia histórica e mergulha em temas como repressão política, resistência artística, luta por moradia, políticas indigenistas e destruição de patrimônios culturais. Cada texto constrói uma narrativa própria, mas todos convergem para uma reflexão mais ampla sobre os impactos sociais e culturais do período.

Para Luciene Carris, a inscrição no prêmio já representa um avanço importante para o debate. “Levar a discussão sobre a ditadura para além do ambiente acadêmico é essencial, especialmente em um momento marcado por disputas sobre a memória desse período”, afirma a organizadora. Segundo ela, a coletânea busca compreender tanto o passado quanto as reverberações que ainda atravessam o presente.

A obra também dialoga com desafios contemporâneos. Ao revisitar episódios históricos, os autores abordam questões como liberdade de expressão, direitos civis e resistência política — temas que seguem presentes no cotidiano brasileiro. Nesse sentido, o livro propõe não apenas recordar, mas estimular uma leitura crítica da democracia e de suas fragilidades.

Entre os participantes estão pesquisadores de diferentes áreas e instituições, como Andréa Cristina de Barros Queiroz, Carlos Eduardo Pinto, Rodolfo Rodrigues de Souza, Andréa Casa Nova Maia, Adriana Camargo Pereira, Rita Lages Rodrigues, Vicente Saul Moreira dos Santos, Silene Orlando Ribeiro, Luzimar Soares Bernardo, Mário Brum, além da própria Luciene Carris e Maria Nilda Bizzo.

Com trajetória consolidada na área, Luciene Carris é doutora em História Política pela UERJ e atua atualmente como gerente do Centro de Ensino e Pesquisa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. Sua experiência em pesquisa e memória urbana contribui para a construção da coletânea, que reúne diferentes olhares sobre um período decisivo da história brasileira.

Mais do que um registro histórico, 1964: O que ainda nos resta dizer? surge como convite à reflexão contínua. Ao reunir múltiplas vozes e perspectivas, a obra reforça a importância da memória como ferramenta para compreender o presente e projetar o futuro. 📚

Uma obra para revisitar o passado e refletir sobre o presente da democracia brasileira. 📖#PremioJabuti  #HistoriaDoBrasil

 

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