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Arquitetura e vinho: o espaço sensorial do Vivan em Balneário Camboriú

Wine bar traduz cultura francesa em design imersivo

Vivan transforma arquitetura em experiência sensorial e coloca Balneário Camboriú no mapa dos grandes wine bars. #Linkezine 🍷

Arquitetura e vinho: o espaço sensorial do Vivan em Balneário Camboriú

Wine bar traduz cultura francesa em design imersivo

Antes mesmo do primeiro gole, o vinho já começa a ser experimentado — pelo olhar, pela luz, pelo espaço. Em Balneário Camboriú, o Vivan Wine Bar propõe exatamente isso: uma imersão que começa na arquitetura e se estende até a taça. Não por acaso, a casa conquistou um lugar no Star Wine List, referência internacional conhecida como o “Michelin dos vinhos”, e reafirma que excelência também se constrói nos detalhes invisíveis.

Assinado pelas arquitetas Jessica Dauer e Lais Feitosa, o projeto nasce de uma travessia literal. A inspiração veio da Borgonha, na França, após uma jornada ao lado do fundador e sommelier Romero Gaya. Mais do que referências estéticas, a viagem buscou capturar sensações — aquelas que não cabem em plantas baixas, mas definem a experiência de um lugar. O resultado não é uma réplica de cave europeia, mas uma interpretação contemporânea, com identidade própria.

Ao cruzar a entrada, o visitante percebe uma mudança sutil de ritmo. A cidade fica do lado de fora, enquanto o interior convida à permanência. Madeira, tons quentes e curvas arquitetônicas criam um percurso fluido, quase intuitivo. A escada helicoidal, elemento central do projeto, organiza o espaço como quem conduz uma narrativa — cada nível revela uma nova camada da experiência.

A presença da Borgonha se materializa em detalhes. Fotografias captadas durante a viagem, assinadas por João Pedro Varela, pontuam o ambiente em locais estratégicos, enquanto objetos originais, mapas e livros trazidos da França funcionam como fragmentos de memória. Nada ali é meramente decorativo; tudo carrega história.

Um dos desafios mais complexos foi dar protagonismo ao acervo de mais de 600 rótulos sem transformar o espaço em excesso visual. A solução veio na forma de uma “biblioteca de vinhos”, com organização linear e iluminação indireta, que preserva as garrafas e valoriza sua estética. Técnica e sensibilidade caminham juntas, garantindo controle térmico e respeito ao produto.

O Vivan também se estrutura como espaço híbrido. No térreo, cozinha e salão se integram, aproximando público e gastronomia. No andar superior, um ambiente dedicado a cursos mantém iluminação precisa e layout flexível, pensado para degustações e aprendizado. Entre os dois níveis, o paisagismo atua como elemento de conexão, suavizando transições e trazendo respiro ao conjunto.

No fim, o Vivan não fala apenas de vinho. Fala de tempo, de encontro e de percepção. Um lugar onde arquitetura e experiência se entrelaçam, lembrando que, às vezes, o que realmente marca não está na taça — mas em tudo que a envolve.

 

Aqui, o vinho começa muito antes da taça.  #WineLovers #ArquiteturaDeInteriores

 

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