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MUBI amplia culto ao cinema de autor e transforma streaming em experiência cinéfila global

Plataforma cresce como refúgio para filmes visionários

Com curadoria refinada, filmes autorais e expansão global, a MUBI se consolida como o streaming favorito dos verdadeiros cinéfilos. #Linkezine 🎬

MUBI amplia culto ao cinema de autor e transforma streaming em experiência cinéfila global

Plataforma cresce como refúgio para filmes visionários

Em um universo dominado por algoritmos apressados, catálogos inflados e recomendações cada vez mais previsíveis, encontrar um filme pode ser tão automático quanto esquecível. É justamente na contramão dessa lógica industrial que a MUBI vem consolidando sua identidade: menos um streaming de volume, mais uma curadoria de desejo.

Fundada em 2007 por Efe Cakarel, a plataforma nasceu com uma proposta quase artesanal para os padrões digitais — selecionar, promover e produzir obras que dialogam com a cinefilia contemporânea e com o cinema de autor em escala global. Hoje, presente em 190 países, com sede em Londres, 15 escritórios e mais de 400 colaboradores, a MUBI se tornou a maior comunidade internacional dedicada a quem ainda vê o cinema como descoberta e não apenas como passatempo.

O diferencial está justamente no método. Em vez de despejar milhares de títulos sem contexto, a MUBI trabalha com uma seleção manual de filmes assinados por cineastas visionários, equilibrando nomes consagrados e novos autores. É um catálogo que trata cada obra como evento.

Entre os lançamentos recentes e futuros estão títulos de peso como “Morra, Amor”, de Lynne Ramsay; “La Grazia”, de Paolo Sorrentino; “Valor Sentimental”, de Joachim Trier; “A Única Saída”, de Park Chan-wook; e “Foi Apenas um Acidente”, de Jafar Panahi. O portfólio ainda inclui produções que já marcaram a plataforma, como Priscilla, de Sofia Coppola; Queer, de Luca Guadagnino; Aftersun e Close.

Mas a MUBI não quer apenas hospedar filmes — quer participar deles. A empresa também atua como produtora e coprodutora, assinando projetos como “The Mastermind”, de Kelly Reichardt, estrelado por Josh O’Connor, e “Father Mother Sister Brother”, de Jim Jarmusch. A expansão estratégica ganhou novo fôlego com a aquisição da The Match Factory em 2022 e da distribuidora Cinéart em 2024.

Outro braço que reforça essa experiência é o MUBI GO, sistema em que assinantes de países selecionados recebem semanalmente um ingresso para ver um filme em cartaz nos cinemas, estendendo a assinatura para além da tela doméstica.

No Brasil, os planos custam R$ 34,90 por mês ou R$ 298,80 ao ano, com acesso em múltiplas plataformas.

Em um mercado saturado de consumo rápido, a MUBI cresce sustentando uma ideia simples — e quase radical: assistir a um filme ainda pode ser um ato de escolha, não apenas de distração.

 

Nem todo streaming é feito para maratonar — alguns são feitos para descobrir cinema de verdade. #CinemaDeAutor  #StreamingMovies

 

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