“Viver é Raro” retorna ao Globoplay com histórias que transformam dor em potência
Série documental estreia nova temporada
“Viver é Raro” retorna ao Globoplay com histórias que transformam dor em potência
Série documental estreia nova temporada
Há histórias que atravessam a tela sem pedir licença. Histórias que não se apoiam em efeitos grandiosos, mas na força silenciosa de quem aprendeu a sobreviver entre consultas, diagnósticos difíceis e batalhas invisíveis. É nesse território humano, delicado e profundamente real, que a série documental Viver é Raro inicia sua terceira temporada.
Lançada em 29 de abril, a produção da Casa Hunter — Associação Brasileira de Pacientes com Doenças Raras e seus Cuidadores — chega ao Globoplay com sete novos protagonistas e a missão de ampliar a visibilidade sobre doenças raras no Brasil. Disponível gratuitamente, inclusive para não assinantes, a série também ganhou tradução para inglês e espanhol, expandindo o alcance de uma pauta que ainda enfrenta silêncio e desinformação.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras atingem até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes. No Brasil, estima-se que cerca de 13 milhões convivam com alguma das mais de 7 mil condições catalogadas. Muitas delas seguem cercadas por obstáculos no diagnóstico e no acesso ao tratamento.
Ao longo dos novos episódios, Viver é Raro mergulha em trajetórias marcadas pela reinvenção. Entre elas está a de Karyn Cerqueira, que convive com Lipodistrofia Congênita Generalizada e encontrou no jiu-jitsu uma forma de enfrentar o preconceito e reafirmar sua autonomia. Já Giovanna Boscolo transformou os desafios da Ataxia de Friedreich em combustível para conquistar uma medalha paralímpica em Paris 2024.
A narrativa também acompanha Ana Eliza, ativista que descobriu precocemente a Amiloidose Hereditária por Transtirretina após perdas familiares, além de José Granado, aposentado que encara o Mieloma Múltiplo mantendo uma rotina intensa de exercícios físicos e ciclismo.
Entre pais, atletas, pacientes e cuidadores, a nova temporada constrói um mosaico sobre resistência cotidiana. Sem dramatizações excessivas, a série aposta na escuta e na presença humana como ferramenta de conscientização.
Para Antoine Daher, presidente da Casa Hunter, o projeto busca ir além da emoção. A proposta, segundo ele, é estimular debates sobre políticas públicas, diagnóstico precoce e acesso à saúde. Já Fernanda Menegotto, diretora-executiva da série, destaca que a continuidade do projeto demonstra a urgência permanente do tema.
Com 21 episódios acumulados em três temporadas, Viver é Raro reafirma um espaço ainda pouco explorado no audiovisual: o de contar histórias que não querem piedade, mas reconhecimento.
https://globoplay.globo.com/viver-e-raro/t/StQ1MLwXmQ
Histórias reais, coragem diária e vozes que merecem ser ouvidas. “Viver é Raro” está de volta. 💜#DoençasRaras #Globoplay
disponível para venda na Amazon: https://a.co/d/0gDgs0S


Deixe uma resposta