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Amazônia em movimento: iniciativas da FAS conectam floresta, renda e futuro

Projetos unem conservação e impacto social

Relatório da FAS mostra avanços em conservação ambiental e qualidade de vida na Amazônia em 2025. #Linkezine 🌿

Foto: Fernando Sette

Amazônia em movimento: iniciativas da FAS conectam floresta, renda e futuro

Projetos unem conservação e impacto social

Na Amazônia, onde rios ainda definem caminhos e distâncias, algumas transformações chegam silenciosas. Não fazem barulho de grandes obras, mas mudam rotinas inteiras. Água potável que finalmente sai da torneira. Professores capacitados em comunidades isoladas. Jovens ribeirinhos formados em turismo. Brigadistas preparados para enfrentar o fogo antes que ele avance sobre a floresta. Em 2025, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) ampliou sua presença em territórios amazônicos e consolidou uma rede de ações que atravessa conservação ambiental, educação, saúde e geração de renda.

Os números ajudam a dimensionar o alcance: mais de 11,3 milhões de hectares protegidos, 17,2 milhões de toneladas de CO₂ evitadas e cerca de 21,9 mil famílias impactadas em 902 comunidades e aldeias da Região Norte. Os dados integram o Relatório de Atividades 2025 da instituição, divulgado nesta semana.

Entre os destaques está o acesso à água potável em áreas remotas. Foram instalados 27 sistemas de abastecimento que beneficiaram 488 famílias. Na comunidade quilombola do Tambor, localizada no Parque Nacional do Jaú, em Novo Airão (AM), o projeto encerrou uma espera antiga. “Era um sonho realizado”, resume o líder comunitário Sebastião Ferreira de Almeida.

A educação também ganhou novas rotas dentro da floresta. Mais de 800 professores participaram de capacitações promovidas pela FAS, enquanto cursos contextualizados com a realidade amazônica passaram a integrar práticas pedagógicas em dezenas de comunidades. Em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a organização ainda abriu vagas de pós-graduação para docentes da região.

Na área da sociobioeconomia, iniciativas ligadas ao Turismo de Base Comunitária e à cadeia produtiva do pirarucu ajudaram a fortalecer economias locais. Só no Baixo Rio Negro, o turismo movimentou R$ 5,73 milhões e recebeu mais de 6,5 mil visitantes. Já o projeto de rastreabilidade do pirarucu aposta em tecnologia blockchain para ampliar mercados e garantir origem sustentável ao pescado.

A atuação da fundação também ganhou projeção internacional durante a COP30. Com a “Jornada COP30” e a expedição “Banzeiro da Esperança”, lideranças indígenas, quilombolas e comunitárias participaram da construção de propostas climáticas levadas à conferência em Belém.

Ao longo do último ano, a FAS parece ter reforçado uma ideia simples, mas poderosa na Amazônia contemporânea: preservar a floresta também significa garantir dignidade para quem vive nela.

 

Da água potável ao turismo sustentável: a Amazônia segue criando soluções dentro da própria floresta 🌎✨ #Amazonia #Sustentabilidade

 

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