Pepeu Gomes e o alerta da lombalgia: quando a dor na coluna pede atenção
Condição comum pode limitar movimentos e rotina
Pepeu Gomes e o alerta da lombalgia: quando a dor na coluna pede atenção
Condição comum pode limitar movimentos e rotina
A internação do músico Pepeu Gomes por lombalgia reacendeu um debate silencioso, mas urgente: as dores na coluna que, pouco a pouco, podem comprometer movimentos, rotina e qualidade de vida. A lombalgia, dor localizada na região inferior da coluna, é uma das condições musculoesqueléticas mais frequentes entre brasileiros e não se restringe a esforços físicos intensos. Muitas vezes, ela nasce do sedentarismo, da postura inadequada e da perda gradual da sustentação muscular.
Segundo o fisioterapeuta e osteopata Laudelino Risso, CEO da rede Doutor Hérnia, a região lombar abriga músculos profundos responsáveis pela estabilidade vertebral. Quando esses músculos enfraquecem, a coluna se torna vulnerável a inflamações e travamentos. “Os músculos não têm apenas a função de gerar movimento. Eles também sustentam o sistema esquelético. Quando conseguimos melhorar essa sustentação, a coluna ganha mais estabilidade e proteção”, explica.
Entre os fatores de risco estão o excesso de tempo sentado, movimentos repetitivos sem estabilidade adequada, falta de fortalecimento muscular e até infiltrações gordurosas nos músculos lombares, que reduzem sua capacidade de sustentação. O resultado pode ser dor persistente, crises agudas e até evolução para quadros mais complexos, como hérnia de disco.
O tratamento, na maioria dos casos, responde bem a medidas conservadoras quando diagnosticado precocemente. Fortalecimento muscular, correção postural e prática regular de exercícios orientados são pilares fundamentais. Mas Risso alerta: nem toda atividade física serve para todos os pacientes. Colunas com sinais de instabilidade ou curvas acentuadas precisam de treinos específicos antes de atividades de maior impacto, como corrida ou futebol.
Exercícios que fortalecem o core, extensões de tronco, abdominais e trabalho do assoalho pélvico ajudam a distribuir melhor as cargas do corpo e proteger a região lombar. Pequenos cuidados cotidianos também fazem diferença: dobrar os joelhos ao pegar objetos no chão, ajustar ergonomia no trabalho e evitar carregar peso de forma unilateral.
O episódio de Pepeu Gomes funciona como lembrete coletivo. A lombalgia não escolhe idade nem profissão. Ela pode ser silenciosa, mas quando se manifesta, exige atenção. Cuidar da coluna é cuidar da mobilidade, da independência e da própria rotina.
Pepeu Gomes acende o alerta: cuidar da coluna é cuidar da vida. #SaudeDaColuna #PrevencaoSempre
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