Biblioteca Parque celebra Iemanjá com arte e ancestralidade
Mostra coletiva reúne mais de 100 artistas
Biblioteca Parque celebra Iemanjá com arte e ancestralidade
Mostra coletiva reúne mais de 100 artistas
No coração do Centro do Rio, a Biblioteca Parque Estadual se transforma em território de fé e arte. A exposição “Saudação a Iemanjá – 3 Tempos”, inaugurada em 1º de junho, reverencia a Rainha do Mar com uma narrativa visual que atravessa gerações e linguagens. Até o dia 15, o espaço cultural vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro recebe obras de mais de 100 artistas contemporâneos, promovendo um encontro entre ancestralidade e criação.
A mostra nasce das celebrações realizadas nos dias 2 de fevereiro de 2024, 2025 e 2026, na Praia do Arpoador. Intervenções e produções coletivas inspiradas em Iemanjá foram reunidas pelo movimento independente Tabuleta Itinerante, que se dedica a criar espaços de visibilidade para artistas e conectar arte e cidade. Agora, esse percurso se materializa em pinturas e expressões visuais que ocupam os corredores da Biblioteca Parque, convidando o público a refletir sobre a pluralidade de interpretações da entidade.
“Iemanjá é símbolo de fé, ancestralidade e conexão com a natureza. Receber essa exposição reforça nosso compromisso com a valorização das diferentes manifestações culturais que compõem a identidade fluminense”, afirma Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa.
Além de contemplar as obras, o público pode adquiri-las, ampliando o diálogo entre artistas e visitantes. A mostra é gratuita e funciona de segunda a sexta, das 10h às 17h, tornando-se um convite acessível para quem deseja mergulhar na força simbólica da Rainha do Mar.
A exposição não se limita ao espaço físico: é também uma crônica sobre memória coletiva. Cada obra é saudação, cada traço é oferenda, cada cor é lembrança das ondas que carregam histórias e esperanças. Ao reunir diferentes trajetórias, “Saudação a Iemanjá – 3 Tempos” reafirma que a arte é ponte entre espiritualidade e cotidiano, entre tradição e contemporaneidade.
No fim, o visitante sai com a sensação de que Iemanjá continua a guiar, não apenas os pescadores e devotos, mas também os artistas que encontram na sua imagem um espelho de identidade e resistência.
A Rainha do Mar inspira arte e memória no coração do Rio. #ArteAncestral #IemanjaNoRio
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