Jatobá na Paulista: MASP planta árvore como gesto de memória e futuro
Museu celebra tradição e sustentabilidade em frente ao edifício icônico
Jatobá na Paulista: MASP planta árvore como gesto de memória e futuro
Museu celebra tradição e sustentabilidade em frente ao edifício icônico
Na Avenida Paulista, onde o concreto e o fluxo urbano ditam o ritmo da cidade, uma árvore de oito metros agora marca presença diante do MASP. O jatobá (Hymenaea courbaril), cultivado por 15 anos em um viveiro de Limeira, foi transplantado para o coração de São Paulo em 12 de junho, em frente ao Edifício Pietro Maria Bardi. O gesto, simbólico e ambiental, integra o museu à vegetação remanescente da Mata Atlântica no Parque Trianon.
A primeira rega foi feita por cerca de 30 crianças, entre 3 e 12 anos, filhos de funcionários e patronos do museu. Mais que um ato de cuidado, foi um ritual de memória e futuro. “Plantar uma árvore com as crianças que crescerão junto com o jatobá é criar lembrança para a próxima geração, dar sombra e acolher visitantes”, afirma Paulo Vicelli, diretor de Experiência e Comunicação do MASP.
O jatobá pode alcançar até 15 metros em ambiente urbano e viver entre 80 e 120 anos. Além da imponência, traz benefícios ambientais: reduz a temperatura, oferece sombra e atrai polinizadores como abelhas. Nativo da América Tropical, está presente em ecossistemas diversos — da Amazônia ao Cerrado, passando pelo Pantanal.
O plantio substitui simbolicamente a antiga paineira-rosa que existia no local quando o imóvel ainda era residencial e que, ao longo do tempo, perdeu vigor. A escolha do jatobá reforça a ideia de continuidade: uma árvore que dialoga com a história da cidade e com a necessidade de pensar sustentabilidade em espaços urbanos.
Mais que gesto ambiental, o ato é também cultural. O MASP, referência mundial em arte, insere-se no debate sobre como instituições podem contribuir para a preservação e para a criação de memórias coletivas. A árvore, erguida diante de um dos cartões-postais mais emblemáticos da cidade, é convite à reflexão sobre permanência, transformação e futuro.
Na Paulista, o MASP planta um jatobá de 15 anos: memória, sombra e futuro em frente ao museu. #PaulistaVerde #ArteESustentabilidade
disponível para venda na Amazon: https://a.co/d/0gDgs0S


Deixe uma resposta