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Lifting facial e redes sociais: alerta para escolhas seguras

Cirurgião plástico destaca importância da avaliação individual

O lifting facial evoluiu, mas exige diagnóstico individual para preservar naturalidade. #Linkezine 💡

Lifting facial e redes sociais: alerta para escolhas seguras

Cirurgião plástico destaca importância da avaliação individualNas redes sociais, o rejuvenescimento virou espetáculo. Vídeos curtos mostram rostos transformados, linhas suavizadas e contornos redefinidos. O que antes era desejo de pacientes mais maduros, hoje atrai pessoas na casa dos 30 anos, influenciadas por celebridades e criadores de conteúdo. O lifting facial, em suas diferentes técnicas, ganhou protagonismo digital — mas também trouxe riscos quando a decisão não passa por avaliação individualizada.

O cirurgião plástico David Di Sessa, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica que a cirurgia moderna deixou de tratar apenas a pele. “Hoje avaliamos camadas profundas, ligamentos, compartimentos de gordura, musculatura, pescoço e dinâmica da expressão. Quando a técnica respeita essa leitura anatômica, o resultado fica mais natural e proporcional”, afirma.

Entre os métodos, o lifting cervicofacial é indicado para flacidez no terço médio e inferior da face, reposicionando tecidos e recuperando o contorno da mandíbula. Já a técnica endoscópica, realizada com incisões discretas no couro cabeludo, permite tratar o terço superior e médio com precisão ampliada por vídeo.

Nos últimos meses, o deep plane ganhou destaque nas redes por atuar em planos mais profundos. Apesar da visibilidade, não é solução universal: depende da anatomia, da qualidade dos tecidos e da experiência do cirurgião. “Profundidade não substitui diagnóstico”, alerta Di Sessa. Outras abordagens, como o SMAS ou o minilifting, podem ser mais adequadas em casos específicos.

Há ainda o lifting temporal, que suaviza a queda lateral das sobrancelhas e pode ser associado a blefaroplastia ou enxertia de gordura. Em todos os casos, o princípio é o mesmo: respeitar a identidade facial e evitar resultados artificiais.

A evolução tecnológica trouxe recursos de imagem, incisões mais refinadas e técnicas menos invasivas, ampliando a precisão do planejamento. O objetivo atual não é transformar fisionomias, mas recuperar sustentação e preservar naturalidade. Em tempos de tendências virais, o alerta é claro: cada rosto tem sua história e merece diagnóstico próprio.

 

 Nem toda tendência combina com você: lifting facial precisa respeitar sua anatomia e história. Naturalidade é o novo luxo. ✨  #CirurgiaPlastica #BelezaNatural

 

 

 

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