Breaking News

MASP inaugura passagem subterrânea na Avenida Paulista com obra imersiva de Beatriz Milhazes

 Mural de 98 metros conecta os dois edifícios do museu

O MASP inaugura uma passagem subterrânea entre seus dois edifícios com Pietrolina, a maior obra já realizada por Beatriz Milhazes. 🎨 #Linkezine

MASP inaugura passagem subterrânea na Avenida Paulista com obra imersiva de Beatriz Milhazes

 Mural de 98 metros conecta os dois edifícios do museu

 

 

A Avenida Paulista ganha, a partir de 11 de setembro, um novo percurso dedicado à arte. O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o MASP, inaugura sua passagem subterrânea, construída para conectar os edifícios Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi. Mais do que uma ligação entre duas estruturas, o espaço estreia como uma nova experiência cultural, ocupada por uma obra inédita e monumental de Beatriz Milhazes.

Batizada de Pietrolina, a pintura imersiva foi criada especialmente para o local e se torna o maior trabalho já realizado pela artista. Com 98 metros de extensão, a obra acompanha o deslocamento do visitante pelo túnel e transforma a travessia em parte da experiência artística.

O título reúne os nomes de Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi, casal fundamental para a criação do MASP e que hoje dá nome aos dois edifícios do complexo. A composição ocupa 60 metros lineares de pintura e dialoga com elementos reflexivos instalados ao longo de uma parede de 38 metros.

Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP, e Amanda Carneiro, curadora do museu, Pietrolina nasceu de um longo processo. O projeto começou com desenhos, avançou para estudos cromáticos e chegou a uma paleta formada por 33 tintas acrílicas. A elaboração durou mais de dois anos, incluindo três meses de trabalho dentro da própria passagem subterrânea.

O resultado carrega marcas reconhecíveis da produção de Milhazes. Arabescos, listras, formas orgânicas e elementos florais surgem ao longo do percurso, criando uma sequência visual que remete ao movimento e ao ritmo dos desfiles de carnaval. Cada trecho oferece uma percepção diferente, fazendo do deslocamento uma experiência em constante transformação.

A obra também estabelece diálogo com Avenida Paulista (2020), trabalho da artista presente no acervo do MASP. Após a retrospectiva dedicada a Milhazes, o azul utilizado em sua produção tornou-se uma referência marcante no museu, chegando a ser chamado internamente de “Azul Beatriz”. Agora, o tom retorna no teto e em uma das paredes do novo túnel.

Reconhecida internacionalmente, Beatriz Milhazes possui obras em importantes coleções no Brasil e no exterior. Com Pietrolina, sua produção passa a integrar de maneira permanente a arquitetura e a circulação do MASP.

A nova passagem subterrânea consolida o museu como um complexo cultural e amplia a própria noção de visita. Entre um edifício e outro, o visitante não encontrará apenas um caminho. Encontrará uma obra que transforma a travessia em destino.

 

 

Atravessar o MASP agora também será uma experiência artística. 🎨 Beatriz Milhazes transforma a nova passagem subterrânea do museu em uma obra imersiva de 98 metros.  #ArteContemporanea #MASP

 

 

disponível para venda na Amazon:   https://a.co/d/0gDgs0

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Linkezine

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo