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Abertura da mostra de vídeos: “Rio, e também posso chorar” e performance de Gustavo Torres

Criado em 2020, o projeto “Na Varanda” surgiu como uma alternativa cultural para enfrentar o isolamento causado pela pandemia de COVID-19. Ao longo de dois anos, foram produzidos 67 vídeos por diversos agentes culturais, incluindo análises e resenhas sobre literatura, teatro e artes visuais, além de experimentos artísticos audiovisuais. Agora, quatro anos depois, a Casa de Cultura do Parque apresenta a primeira Mostra Na Varanda: “Rio, e também posso chorar”, com uma seleção de 25 vídeos de 16 artistas e coletivos que participaram do projeto, além de dois novos convidados.

Os vídeos dos artistas Arthur Scovino, Danilo Oliveira, Denise Adams, Flora Leite, Ilê Sartuzi, Janaina Wagner, Jordi Burch, Charles Groovv, Julio de Paula, Leandro Muniz, Lenora de Barros, Matheus Leston, Renan Marcondes, [:a.cinema:] – coletivo formado por Dino Vicente, Rodrigo Gontijo e Sérgio Basbaum – Pedro França, Rodrigo Gontijo e Dudu Tsuda, Wagner Morales, Yonv Josephs e o coletivo formado por Adelita Ahmad, Gustavo Galo, Guto Nogueira e Júlia Rocha ocupam diferentes ambientes da Casa, proporcionando ao visitante uma experiência única de redescoberta das produções realizadas naquele período.

A exposição, que carrega a ambiguidade no título “Rio, e também posso chorar” – homônimo ao vídeo do coletivo [:a:cinema:] –, evoca a transformação das casas em ateliês e palcos, simbolizando um processo criativo marcado por desafios e reinvenções. O verso de Jards Macalé, eternizado por Gal Costa, serve de inspiração para essa releitura, onde o riso e as lágrimas se encontram em uma narrativa de resiliência e expressão artística. A mostra tem curadoria de Claudio Cretti, diretor artístico da Casa de Cultura do Parque.
No mesmo dia, às 17h, ocorrerá a apresentação da performance Mais uma vez de Gustavo Torres. Nesta performance, um pianista profissional é convidado a tocar repetidamente a primeira composição clássica para piano aprendida por ele, sem o auxílio de partitura e utilizando abafadores de ouvido. Cada execução é gravada e reproduzida cumulativamente, criando uma sobreposição sonora que explora a noção de experiência estética do público. Gustavo Torres, conhecido por suas obras que variam de filmes e vídeos a instalações e performances, questiona as relações entre esvaziamento e saturação, ruído visual e sonoro, e a institucionalidade do mundo da arte.
Não perca essa oportunidade única de vivenciar a arte contemporânea em um evento que celebra a criatividade e a resiliência dos artistas durante um dos períodos mais desafiadores da nossa história recente.

Serviço:

Mostra de vídeos: Rio, e também posso chorar
Curadoria: Claudio Cretti
Abertura: 20 de julho, das 14h às 18h
Visitação: 20 de julho a 4 de agosto
Horário: 14h às 18h

Performance: Mais uma vez
Artista: Gustavo Torres
Data: 20 de julho
Horário: 17h

Local: Casa de Cultura do Parque
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1300 – Alto de Pinheiros, São Paulo – SP, 05461-010
Visitação: quarta a domingo, incluindo feriados, das 11h às 18h
Entrada: Toda a programação é gratuita

Por – Casa de Cultura do Parque

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