Israel divulga lista de 33 reféns que serão libertados pelo Hamas
O governo de Israel divulgou neste domingo (19) os nomes dos 33 reféns que serão libertados pelo Hamas na primeira fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza. O anúncio foi feito em uma publicação no perfil oficial de Israel na rede social X, gerido pelo Ministério das Relações Exteriores. O gráfico compartilhado inclui os nomes e as fotos dos reféns.
Dos 33 reféns que estão previstos para serem libertados, 31 foram sequestrados no ataque de 7 de outubro de 2023, enquanto os outros dois – Avera Mengistu e Hisham Al Sayed – estão sob custódia do Hamas desde 2014 e 2015, respectivamente.
Entre os reféns a serem libertos, destacam-se:
- Kfir e Ariel Bibas, as vítimas mais jovens, que têm apenas dois e cinco anos de idade, respectivamente, caso estejam vivos.
- Sagui Dekel-Chen e Keith Siegel, dois reféns israelenses-americanos. Um terceiro israelense-americano, Edan Alexander, que é soldado, não está incluído na lista de libertação.
Contexto do cessar-fogo
O cessar-fogo, que entrou em vigor na manhã deste domingo, é parte de um acordo que prevê a troca de reféns por prisioneiros palestinos. Ele marca uma pausa no intenso conflito que começou após os ataques de outubro, que resultaram em milhares de mortos e deslocados na região.
Lista completa dos reféns:
- Liri Albag
- Itzhik Elgarat
- Karina Ariev
- Ohad Ben-Ami
- Ariel Bibas
- Yarden Bibas
- Kfir Bibas
- Shiri Silberman Bibas
- Agam Berger
- Romi Gonen
- Danielle Gilboa
- Emily Damari
- Sagui Dekel-Chen
- Yair Horn
- Omer Wenkert
- Alexander (Sasha) Troufanov
- Arbel Yehud
- Ohad Yahalomi
- Eliya Cohen
- Or Levy
- Naama Levy
- Oded Lifshitz
- Gadi Moshe Moses
- Avera Mengistu
- Shlomo Mansur
- Keith Siegel
- Tsahi Idan
- Ofer Calderon
- Tal Shoham
- Doron Steinbrecher
- Omer Shem-Tov
- Hisham Al Sayed
- Eli Sharabi
A libertação desses reféns é aguardada com grande expectativa, especialmente pelas famílias que estão separadas de seus entes queridos há meses ou até anos. O cessar-fogo representa um momento de esperança em meio ao conflito, mas também levanta questões sobre o futuro das negociações e da estabilidade na região.
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