Trump confirma visita de Zelensky à Casa Branca e assinatura de acordo estratégico
Trump confirma visita de Zelensky à Casa Branca e assinatura de acordo estratégico
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, visitará a Casa Branca na sexta-feira (28). Durante o encontro, ambos assinarão um acordo de fornecimento de terras raras como contrapartida ao apoio americano no conflito contra a Rússia.
Acordo e implicações geopolíticas
Trump reafirmou sua posição de que os contribuintes americanos não devem arcar com os custos da guerra no leste europeu e indicou que espera um desfecho pacífico em breve.
“Vamos pegar o dinheiro de volta, vamos fazer um acordo. O presidente Zelensky vem assinar o acordo, e isso é ótimo para a Ucrânia também, porque terão nosso pessoal lá, trabalhando nas terras, garantindo segurança automática”, afirmou Trump. Ele acrescentou que Europol, Reino Unido e França se ofereceram para enviar agentes ao território ucraniano para manter a paz.
Contudo, Trump destacou que os Estados Unidos não fornecerão garantias de segurança extensivas à Ucrânia, delegando essa responsabilidade à União Europeia. O republicano reiterou sua visão de que Zelensky é responsável pelo prolongamento da guerra e defende um fim rápido do conflito, ainda que isso envolva a perda definitiva de territórios ocupados.
Trump e Musk: aproximação estratégica
As declarações ocorreram nesta quarta-feira (26) durante a primeira reunião oficial do gabinete. O evento contou com a presença do bilionário Elon Musk, que lidera o recém-criado Departamento de Eficiência Governamental, mas não faz parte oficialmente do gabinete.
Em um esforço para dissipar rumores de tensão, Trump elogiou Musk, afirmando que o departamento sob seu comando identificou “roubo e fraude”, cortando gastos na ordem de bilhões, possivelmente trilhões de dólares. Segundo Trump, Musk está “sacrificando muito” e recebendo tanto elogios quanto críticas.
Musk, por sua vez, reforçou que sua principal meta é reduzir o déficit fiscal e admitiu ter cometido erros, como o corte de financiamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), que afetou a prevenção da disseminação do Ebola. Apesar disso, o bilionário elogiou o gabinete de Trump, chamando-o de “o melhor de todos os tempos”.
O encontro foi marcado por uma demonstração de alinhamento entre os dois, afastando especulações de possíveis divergências políticas no futuro.
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Boa matéria 👍