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Justiça do Rio Mantém Prisão de Monique Medeiros, Acusada da Morte de Henry Borel

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Justiça do Rio Mantém Prisão de Monique Medeiros, Acusada da Morte de Henry Borel

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A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, nesta terça-feira (25), manter a prisão preventiva da professora Monique Medeiros, acusada da morte do filho Henry Borel, de quatro anos. Monique e seu companheiro, o ex-vereador Doutor Jairinho, foram presos em abril de 2021, um mês após a morte da criança. Atualmente, Monique está detida no Instituto Penal Talavera Bruce, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

Decisão do Tribunal de Justiça do Rio

A defesa de Monique Medeiros recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando que a primeira instância revisse a necessidade da prisão preventiva, conforme prevê o Código de Processo Penal a cada 90 dias. No entanto, o ministro Gilmar Mendes determinou que a reavaliação fosse feita pelo órgão responsável pela decisão original, a 7ª Câmara Criminal do TJ-RJ, que optou pela manutenção da prisão.

O Caso Henry Borel

As investigações apontam que Doutor Jairinho torturou Henry, enquanto Monique foi omissa ao não impedir as agressões. Ambos foram presos em abril de 2021, mas Monique teve a prisão revogada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em agosto de 2022, sendo solta temporariamente. No entanto, em julho de 2023, o STF decidiu por sua nova prisão preventiva, e desde então, ela permanece encarcerada.

Enquanto Jairinho continua preso desde 2021, o julgamento de ambos ainda não tem data definida, mas será realizado em júri popular.

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