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Privatizações no setor de gás: solução para preços mais baixos ou vilã da tarifa?

O gás vai ficar mais barato? 💥 Transportadoras defendem que a privatização foi positiva e que o transporte não é o vilão. Governo, por outro lado, cobra mais regulação. A disputa por preços justos segue quente nos bastidores do setor energético! ⚡🔥

💨 Privatizações no setor de gás: solução para preços mais baixos ou vilã da tarifa?

Transportadoras rebatem críticas e dizem que abrir o mercado é o caminho para gás mais acessível

No epicentro da discussão sobre os altos custos do gás natural no Brasil, transportadoras como a TAG (Transportadora Associada de Gás) e a NTS (Nova Transportadora do Sudeste) saíram em defesa do modelo de privatização adotado nos últimos anos. Para as empresas, o elo do transporte, frequentemente apontado como um entrave, é na verdade peça-chave para a redução de preços e o aumento da competitividade do mercado.

Durante a Gas Week 2025, o diretor Comercial e Regulatório da TAG, Ovídio Quintana, foi direto:

“Só teremos um bom preço do gás se fomentarmos a concorrência — e o transporte é o instrumento central para isso”.

Desde a privatização da TAG em 2019, ele lembra que a tarifa de transporte não sofreu reajuste nominal, mesmo com o avanço da inflação. Ainda assim, o setor continua sendo alvo de críticas — inclusive do atual ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

Choque de narrativas

Silveira não poupou palavras ao afirmar que as privatizações feitas “sem a regulação adequada” resultaram em um sistema desequilibrado. Em sua fala de abertura na conferência, acusou o modelo atual de favorecer poucos em detrimento do mercado como um todo, e cobrou da ANP um posicionamento mais firme na revisão de regras e tarifas.

Mas a resposta veio rápida. O presidente da NTS, Erick Portela, defendeu que a saída da Petrobras do setor foi essencial para criar um ambiente de concorrência:

“É o modelo europeu. No midstream, o produtor não pode ser dono da infraestrutura. Isso é desverticalização — e funciona”, argumentou.

Segurança jurídica em foco

Portela destacou ainda que a revisão tarifária em curso precisa seguir os ritos estabelecidos e ocorrer com base em segurança jurídica e regulatória. Para ele, sem esse alicerce, qualquer discussão sobre remuneração das transportadoras corre o risco de virar um jogo de narrativas políticas, sem avanço real.

Enquanto o governo pressiona por mudanças, as transportadoras reforçam que a abertura do mercado e o respeito às regras são os caminhos mais seguros para um gás mais barato e competitivo.

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