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Professora é presa por agredir cadela na frente da filha e alega TPM como justificativa

🚨 Professora universitária é presa no Rio após agredir cadela na frente da filha. Alegou TPM, mas o crime é inafiançável. Belinha está sob cuidados da ONG e não pode ser adotada por enquanto. Denúncias de maus-tratos: 190 ou Disque Denúncia. #JustiçaPelaBelinha

Professora é presa por agredir cadela na frente da filha e alega TPM como justificativa

Um caso revoltante de maus-tratos a animal chocou moradores da Zona Oeste do Rio e gerou indignação nas redes sociais. Uma advogada e professora universitária foi presa em flagrante após agredir brutalmente uma cadela na varanda de seu apartamento, no bairro da Taquara. A cena, registrada por vizinhos, expôs não apenas a violência contra o animal, mas também o trauma psicológico infligido à filha da agressora, de apenas 8 anos, que presenciou tudo.

Segundo relatos de moradores, os episódios de violência eram recorrentes. Com farto material em vídeo, eles acionaram a Polícia Civil e o grupo de proteção animal Nas Garras da Lei, que prontamente intervieram. A mulher foi levada à 32ª DP e autuada por maus-tratos — crime considerado inafiançável. A alegação da acusada, de que estaria sob efeito de tensão pré-menstrual (TPM), foi recebida com estranheza por agentes e ativistas da causa animal.

A cadela agredida, chamada Belinha, foi resgatada e levada a uma clínica veterinária. Apesar de estar em segurança, ela ainda não está disponível para adoção. Por ora, ficará sob os cuidados da ONG Indefesos, que busca um lar temporário enquanto a Justiça decide sobre seu futuro.

A delegada Isabela Fonseca, responsável pelo caso, reforçou a gravidade da denúncia e destacou que maus-tratos a animais, além de crime, são reflexo de um desequilíbrio que não pode ser ignorado. A presença de uma criança durante o ato torna o episódio ainda mais grave, levantando questões sobre o ambiente familiar e a exposição de menores à violência doméstica — ainda que dirigida a animais.

Casos como este reforçam a importância de denunciar. A população pode acionar a polícia pelo número 190, fazer denúncias anônimas pelo Disque Denúncia (21) 2253-1177, ou entrar em contato direto com grupos de proteção animal, como Nas Garras da Lei.

A sociedade clama por justiça, e o mínimo que se espera agora é que Belinha tenha a chance de viver com dignidade, longe de quem deveria protegê-la, mas escolheu feri-la.

 

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