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Fala de Cris Monteiro Gera Acusação de Racismo e Acirra Crise na Câmara de SP

🚨 Polêmica na Câmara de SP: vereadora Cris Monteiro (Novo) é acusada de racismo após dizer que “mulher branca, bonita e rica incomoda”.
📢 A fala gerou protestos, representação oficial e tumulto fora da Câmara.
👩🏽‍🏫 Professores foram atingidos por gás de pimenta durante manifestação.
⚖️ PSOL cobra punição por reforço de hierarquias raciais.

Fala de Cris Monteiro Gera Acusação de Racismo e Acirra Crise na Câmara de SP

Uma declaração polêmica durante sessão da Câmara Municipal de São Paulo colocou a vereadora Cris Monteiro (Novo) no centro de uma tempestade política e social. Ao rebater críticas de servidores que protestavam contra o reajuste salarial, Monteiro afirmou:
“Mulher branca, bonita e rica incomoda muito vocês.”

A fala, feita em tom de provocação aos sindicalistas que ocupavam as galerias, foi imediatamente rebatida com gritos de “racista”. A reação se espalhou rapidamente pelas redes sociais, nos bastidores da política e nos corredores da própria Câmara. O clima ficou tenso: houve protestos dentro e fora do prédio, e a sessão precisou ser suspensa.

A frase foi proferida no calor da votação de um projeto que reajusta os salários dos servidores municipais em duas etapas — 2,60% em maio de 2025 e 2,55% em maio de 2026. O total, de 5,15%, é inferior ao pedido pela categoria. A insatisfação era evidente nas galerias lotadas, onde professores e representantes sindicais acompanhavam a votação em clima de tensão.

Após a declaração, a vereadora Luana Alves (PSOL) protocolou uma representação na Corregedoria da Câmara, pedindo sanção contra Cris Monteiro. Segundo o documento, a fala da parlamentar reforça a lógica do racismo estrutural, hierarquizando a sociedade com base em cor, classe e privilégio — conceito já reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal.

Monteiro, por sua vez, tentou conter os danos. Usou a tribuna para lamentar o tom do discurso e divulgou nota oficial afirmando que “nunca teve intenção de ofender ninguém” e que sempre atuou com respeito às instituições democráticas e à população paulistana.

O episódio revive o histórico controverso da vereadora, que já se envolveu em um caso de agressão mútua dentro do banheiro da Câmara em 2021. Agora, o novo incidente coloca sua postura sob forte escrutínio, tanto político quanto social.

Fora do plenário, o clima também era de confronto. Durante protestos organizados por professores, houve tumulto com direito a gás de pimenta e atendimento emergencial a manifestantes atingidos. Também foram relatadas garrafas arremessadas do prédio da Câmara contra os grevistas.

O caso deve seguir em debate nos próximos dias, sendo mais um capítulo da escalada de tensões entre representantes do poder público e categorias profissionais, num contexto marcado por disputas ideológicas, desigualdade social e polarização crescente.

 

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