💥 Operação Carbono Oculto expõe fraude bilionária e pressiona políticos
💥 Operação Carbono Oculto expõe fraude bilionária e pressão política
A Operação Carbono Oculto , deflagrada nesta quinta-feira (28), é considerada a maior ofensiva contra o crime organizado já realizado no Brasil . O alvo: um esquema bilionário de fraudes em combustíveis, comandado por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) e empresários de fachada.
Segundo a investigação, mais de R$ 52 bilhões foram movimentados entre 2020 e 2024 por meio de cerca de mil postos de combustível ligados à facção . O grupo expandiu seus tentáculos para toda a cadeia produtiva, chegando à compra de usinas de etanol e até à intimidação de fazendeiros para aquisição de terras.
🔎 Os principais nomes apontados são Mohamad Hussein Mourad , conhecido como “Primo” , descrito como o “epicentro” das operações, e Roberto Augusto Leme da Silva , o “Beto Louco” , responsável pela gestão das empresas Copape e Aster , usados para fraudes fiscais e lavagem de dinheiro.
📢 Para investigador, a rede criminosa não apenas lavava capitais, mas também criava “empresas de fachada”, explorava fintechs e utilizava laranjas para esconder a origem dos recursos.
🌐 Do crime ao poder
A novidade desta fase é o avanço das apurações sobre ligações políticas .
“Não há qualquer político, mas alguns que estão no topo de partidos à direita. O Centrão está em alerta”, aponta uma fonte ligada às investigações.
Além de empresários, nomes graúdos da política nacional estariam sob risco de citação nas próximas etapas, ampliando o impacto da operação.
💰 O Ministério Público estima que os crimes ligados ao grupo somam R$ 8,4 bilhões em prejuízos.
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