🎨🔥 “CORpo MANIFESTO” ocupa o CCBB SP e transforma arte negra em ato vivo
Exposição de Sérgio Adriano H revisita a história e desafia estruturas.
🎨🔥 “CORpo MANIFESTO” ocupa o CCBB SP e transforma arte negra em ato vivo
Exposição de Sérgio Adriano H revisita a história e desafia estruturas.
A manhã paulistana ganha novos contornos quando o CCBB São Paulo abre suas portas para “CORpo MANIFESTO”, primeira grande mostra individual de Sérgio Adriano H na capital. Instalada no Espaço Anexo até 9 de fevereiro de 2026, a exposição chega como um chamado – daqueles que não apenas ocupam um museu, mas provocam, tensionam e reescrevem as narrativas que moldaram a percepção da negritude no Brasil.
Celebrando 25 anos de trajetória, Sérgio Adriano H reúne mais de 100 obras que atravessam memória, dor, resistência e reconstrução. A mostra chega a São Paulo após temporada de forte repercussão no CCBB Rio, onde críticos e visitantes destacaram sua potência estética e política. Entre eles, o curador Paulo Herkenhoff, que classificou o projeto como “uma das exposições mais potentes que já presenciou”.
Com curadoria de Claudinei Roberto da Silva e Juliana Crispe, a exposição mergulha o visitante em temas como racismo estrutural, decolonialidade e identidade afro-diaspórica. O corpo – presente, ferido, afirmado – surge como plataforma central de resistência. A jornada começa pelas salas expositivas, mas transborda para além delas: a instalação criada para as vitrines externas conecta arte e rua, expandindo a obra para quem passa, observa e se reconhece.
A performance “desCOLONIZAR CORpos” marca a abertura da temporada paulista e reforça a relação direta entre artista e público. “A arte ultrapassa paredes, classe social e expectativa; ela precisa alcançar quem não se sente convidado aos espaços culturais”, ressalta Sérgio Adriano H, que vê a vitrine como prólogo do próprio manifesto.
As falas dos curadores ampliam essa dimensão. Para Juliana Crispe, a mostra é um convite à revisão da história do país, um exercício de educação crítica. Já Claudinei Roberto da Silva destaca a fricção entre passado colonial e presente desigual, ressaltando como o artista devolve ao público feridas históricas ainda abertas.
O CCBB SP reforça a proposta: oferecer acesso, reflexão e inclusão. Com entrada gratuita, programação paralela e atividades formativas, “CORpo MANIFESTO” se insere na agenda cultural como experiência sensorial e política. É arte que pulsa, confronta e, sobretudo, transforma.
A potência da arte negra ocupa o CCBB SP com “CORpo MANIFESTO”, de Sérgio Adriano H — uma experiência que atravessa corpo, memória e rua. ✊🏾🔥 #ArteNegra #CulturaSP #ExposiçãoImperdível #AfroDiáspora
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