🎯📢🔥 Ataque dos EUA deixa mortos e abre novo capítulo de tensão na Venezuela
Operação militar provoca vítimas civis e militares e reacende disputa pelo poder
O sábado, 3 de janeiro, entrou para a história recente da Venezuela marcado por sirenes, comunicados oficiais e números ainda em atualização. Ao menos 40 pessoas morreram durante o ataque militar dos Estados Unidos ao país, segundo informações preliminares publicadas pelo The New York Times, com base em relatos de um alto funcionário venezuelano sob anonimato. Entre as vítimas estão militares e civis. Do lado norte-americano, não houve registro de mortes.
Batizada de “Operação Determinação Absoluta”, a ação foi celebrada publicamente pelo presidente dos EUA, Donald Trump, poucas horas depois. Em entrevista coletiva, ele afirmou que assumirá o governo da Venezuela de forma interina após a captura de Nicolás Maduro, a quem chamou de ditador. Segundo Trump, nenhum aliado próximo do antigo governo poderá permanecer no poder durante o período de transição.
Apesar do discurso firme, detalhes práticos seguem indefinidos. O presidente norte-americano não esclareceu como essa administração será conduzida nem por quanto tempo durará. Limitou-se a dizer que um “grupo” será designado para governar o país até que uma transição considerada segura seja implementada.
Do lado venezuelano, a reação veio em tom de enfrentamento. Em pronunciamento transmitido pela televisão pública, a vice-presidente Delcy Rodríguez convocou ministros e a população a resistirem à intervenção estrangeira. “A Venezuela nunca será colônia de nenhuma nação”, afirmou, reforçando que Nicolás Maduro continua sendo, segundo ela, o único presidente legítimo do país. A captura de Maduro foi classificada como um “sequestro”.
Fontes ouvidas pelo New York Times afirmam que Delcy Rodríguez teria tomado posse como presidente interina em uma cerimônia secreta. A informação, porém, não foi confirmada oficialmente no discurso público da vice-presidente, que manteve a linha de continuidade institucional.
Em sua fala, Delcy acusou os Estados Unidos de usarem “falsos pretextos” para justificar a ofensiva militar, alegando que o verdadeiro objetivo seria o controle de recursos energéticos, minerais e naturais da Venezuela. A declaração reforça um discurso histórico de soberania nacional e resistência externa, frequente em momentos de crise.
Trump, por sua vez, afirmou que mantém diálogo com Rodríguez sobre os próximos passos e não descartou uma invasão aberta, ampliando o clima de incerteza. Entre anúncios de controle interino, negociações em curso e números de mortos ainda sendo apurados, a Venezuela vive um dos momentos mais delicados de sua história recente, com impactos que ultrapassam suas fronteiras e colocam a região em alerta.
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