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Uberlândia acelera o futuro da saúde com novos postos, remédios e menos filas

Pacote estadual promete ampliar acesso e reduzir deslocamentos

Novas UBS, mais medicamentos e menos burocracia marcam o novo pacote para a saúde em Uberlândia. A atenção básica ganha fôlego. #Linkezine 🏥

 

Uberlândia acordou neste fevereiro com a sensação de que a saúde pública, tantas vezes sinônimo de espera, começa a ganhar outro ritmo. Em anúncio feito no Triângulo Mineiro, o vice-governador Mateus Simões apresentou um pacote de investimentos que redesenha o mapa da atenção básica no município e aposta em algo simples, porém decisivo: levar o cuidado para mais perto das pessoas.

São mais de R$ 16,7 milhões destinados à construção de oito novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF), em parceria com a prefeitura. Na prática, isso significa bairros antes dependentes de longos deslocamentos passando a contar com atendimento quase na esquina. Roosevelt, Planalto, Morumbi, Residencial Fruta do Conde, Cidade Verde, Aclimação, Aurora e São José entram nessa nova geografia da saúde.

O projeto prevê três UBS de alvenaria porte I, capazes de atender até 4,5 mil pessoas cada, duas UBS porte III, com capacidade para até 13,5 mil atendimentos, além de três UBSF voltadas ao acompanhamento contínuo das famílias. Segundo o vice-governador, o pacote praticamente elimina a demanda reprimida por novos postos de saúde na cidade. As obras devem começar no segundo semestre, com prazo estimado de 14 meses.

Mas o anúncio não parou nos tijolos. Um dos pontos mais simbólicos do pacote é a mudança no atendimento do Componente Especializado da Farmácia de Minas. O serviço, antes concentrado na Superintendência Regional de Saúde, passará a funcionar na Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do Pátio Sabiá. Com isso, o agendamento dobra, o horário se estende das 8h às 17h e o processo fica mais acessível pelo MG App ou Portal Cidadão.

A inovação coloca Uberlândia como o primeiro município do interior mineiro a adotar esse modelo, até então restrito à capital. O impacto é direto: menos burocracia, mais agilidade e medicamentos chegando ao paciente logo após a consulta, inclusive os de uso contínuo.

Outra mudança relevante é a inclusão de 48 medicamentos na Atenção Primária. Antes, esses itens exigiam abertura de processo; agora, passam a ser retirados diretamente em oito unidades da cidade, aproximando ainda mais o SUS da rotina dos moradores.

Os números ajudam a dimensionar o movimento. Entre 2019 e 2025, Uberlândia recebeu R$ 58,3 milhões para a Atenção Primária, além de R$ 190,5 milhões do Valora Minas e R$ 41,8 milhões do Opera Mais Minas. Equipamentos como mamógrafo e tomógrafos completam o cenário.

No conjunto, o recado é claro: a saúde pública local entra em uma fase de expansão que não promete milagres, mas entrega algo essencial — acesso, proximidade e continuidade. E isso, para quem depende do sistema, já muda quase tudo.

Mais postos, menos filas e saúde mais perto de casa: Uberlândia avança.  #SaúdePública #SUSFunciona

 

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