Carnaval aquece turismo e Rede Windsor projeta 100% de ocupação no Rio
Hotéis vivem corrida por reservas
O Rio de Janeiro já vibra no compasso do surdo antes mesmo do primeiro desfile cruzar a Sapucaí. A poucos dias do início oficial do Carnaval, a cidade se prepara para receber cerca de oito milhões de pessoas, segundo a Prefeitura. No embalo da maior festa popular do planeta, a Rede Windsor aposta em ocupação total entre os dias 13 e 18 de fevereiro.
Com 15 unidades espalhadas pelo Centro, Zona Sul e Barra da Tijuca, a rede já registra média superior a 90% de reservas confirmadas. No Centro, onde estão o tradicional Windsor Guanabara e o Windsor Asturias, a taxa ultrapassa 95%. A região lidera a procura por estar a poucos passos dos blocos históricos e da Marquês de Sapucaí — endereço sagrado da folia.
De acordo com dados do HotéisRIO, a média geral de ocupação na cidade gira em torno de 83,7%, mas bairros como Centro e Copacabana superam a marca dos 85%. Nos oito hotéis da Rede Windsor em Copacabana, a busca também ultrapassa 90%. “O Centro tem atraído muitos hóspedes pela proximidade com os principais eventos, mas a Barra vem se consolidando como destino turístico forte”, explica Bianca Rodrigues, gerente comercial da rede.
Na Barra da Tijuca, onde o grupo concentra quatro hotéis, ainda há poucas vagas. O bairro recebe, no sábado de Carnaval, a tradicional Feijoada Carnavalesca no salão Europas, no Windsor Oceanico, com show de Diogo Nogueira e participações da Unidos de Vila Isabel e do Cordão da Bola Preta. Um aquecimento de luxo antes da avenida.
A programação gastronômica também é destaque. O Windsor Guanabara, ao lado da Candelária, mantém a tradicional feijoada às sextas, enquanto o Windsor Florida aposta no mesmo clássico aos sábados. Piscinas panorâmicas, vistas para a Baía de Guanabara e localização estratégica completam o pacote para quem quer viver o Carnaval sem abrir mão de conforto.
O perfil do público é diverso. Para este ano, a expectativa é de equilíbrio entre brasileiros e estrangeiros — 50% para cada lado. Argentinos, norte-americanos e europeus lideram entre os visitantes internacionais, enquanto paulistas e mineiros puxam a fila no turismo doméstico.
Em um cenário de crescimento contínuo do turismo carioca, a Rede Windsor projeta aumento de até 15% na receita no início de 2026. No ritmo do samba e da hospitalidade, o Carnaval reafirma o Rio como destino global — e os hotéis como camarotes privilegiados dessa festa sem fronteiras.
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