Casa Fiat de Cultura celebra 20 anos e projeta nova década das artes
Programação especial marca 2026 em BH
Em 2006, quando a Casa Fiat de Cultura abriu as portas em Belo Horizonte, poucos imaginavam que aquele presente pelos 30 anos da Fiat no Brasil se tornaria um dos principais polos culturais do país. Duas décadas depois, o espaço celebra 20 anos com números robustos, acervo memorável e uma programação especial que promete reafirmar Minas Gerais no mapa internacional das artes.
Ao longo dessa trajetória, foram 110 exposições realizadas, reunindo mestres como Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila do Amaral, Portinari, Niki de Saint Phalle e Rembrandt, além de artistas contemporâneos de relevância global. Cerca de 5 milhões de visitantes passaram pelas mostras e atividades formativas — palestras, oficinas, concertos e visitas mediadas — consolidando o caráter gratuito, inclusivo e universal da instituição.
Para 2026, ano em que a Fiat completa 50 anos no Brasil, o calendário comemorativo da Casa Fiat aposta em grandes parcerias. A primeira exposição de destaque será dedicada a Pierre-Auguste Renoir (1841–1919), em colaboração com o MASP. A mostra reunirá 12 obras do impressionista francês, entre pinturas e uma escultura, percorrendo diferentes fases de sua produção. A parceria carrega simbolismo: foi com o MASP que a instituição inaugurou sua trajetória expositiva, há 20 anos.
Outro momento emblemático será a realização de uma mostra inédita sobre Aleijadinho em parceria com os Museus Vaticanos, prevista para o segundo semestre, em Roma. A exposição apresentará as esculturas de Sant’Ana Mestra, São Joaquim e São Manuel, do século XVIII, restauradas pela Casa Fiat em 2021. A iniciativa amplia o diálogo internacional e reforça a projeção do barroco brasileiro no exterior.
Segundo Massimo Cavallo, presidente da Casa Fiat de Cultura, o marco de duas décadas reafirma a missão de promover intercâmbio entre culturas e linguagens artísticas. A gestora cultural Ana Vilela destaca que o calendário foi pensado para celebrar o passado e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para o futuro.
Entre memórias e novas conexões globais, a Casa Fiat de Cultura inicia sua terceira década com a mesma proposta que a consolidou: oferecer arte de excelência, gratuitamente, a um público cada vez mais amplo. Em Belo Horizonte, a cultura segue em movimento.
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