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Consórcio vai além de carros e imóveis e vira aliado de novas conquistas

Modalidade cresce com crédito caro

Consórcio amplia uso em 2026 e passa a financiar tecnologia, cursos e reformas com planejamento e sem juros. #Linkezine 💳

 

Em tempos de parcelas que assustam e juros que parecem não dar trégua, o consumidor brasileiro tem redesenhado sua forma de comprar. Se antes o consórcio era quase sinônimo de imóvel ou automóvel, agora ele ganha novos contornos — e novos desejos. De celulares de última geração a cursos de especialização, passando por reformas e até viagens, a modalidade amplia território e consolida espaço em 2026.

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que, ao longo de 2025, houve crescimento expressivo no segmento de bens móveis duráveis. A Evoy Administradora de Consórcios acompanhou esse movimento e aponta que a expansão não foi pontual. O consórcio passou a ser visto como instrumento de planejamento financeiro em um cenário de crédito bancário com taxas elevadas.

“O consumidor identifica no consórcio uma forma de organizar objetivos e evitar os custos de financiamentos tradicionais”, afirma Marcelo Lucindo, CEO da Evoy. Segundo ele, tecnologia e qualificação profissional entraram no radar de quem busca previsibilidade orçamentária sem a incidência de juros compostos.

Celulares, computadores e equipamentos eletrônicos figuraram entre os itens mais procurados. A lógica é simples: ao contribuir mensalmente para a formação de crédito, o participante se prepara para uma compra planejada. Após a contemplação — por sorteio ou lance — recebe a carta de crédito, que garante poder de compra à vista e amplia a capacidade de negociação com fornecedores.

Mas a transformação vai além dos bens físicos. Procedimentos estéticos, cursos de especialização e melhorias residenciais também passaram a integrar os grupos de consórcio. A diversificação reflete uma mudança de mentalidade: o consumo deixa de ser impulsivo e se aproxima de um planejamento estruturado de médio e longo prazo.

“O poder de compra à vista é um diferencial estratégico. O cliente negocia melhor e escolhe dentro das regras contratuais”, explica Lucindo.

Sem juros, com parcelas previsíveis e foco na organização financeira, o consórcio se reposiciona como alternativa para quem não tem urgência imediata, mas deseja construir metas com mais controle. Em 2026, a modalidade mantém protagonismo como ferramenta de equilíbrio em tempos de crédito caro.

Entre planilhas e sonhos, o consórcio assume novo papel: não apenas financiar bens, mas ajudar a desenhar projetos de vida com mais método — e menos improviso.

 

Planejar virou tendência — e o consórcio entrou no carrinho dos novos sonhos. #EducacaoFinanceira  #PlanejamentoFinanceiro

 

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