Muito além das quadras: como o tênis impulsiona o bem-estar feminino
Estudo aponta ganhos expressivos à saúde
O som seco da bola encontrando a raquete pode parecer apenas parte de um jogo. Mas, para muitas mulheres, ele marca um compromisso silencioso com a própria saúde. Em um cenário em que a busca por qualidade de vida supera padrões estéticos, o tênis tem se consolidado como aliado estratégico do bem-estar feminino — e os números ajudam a explicar por quê.
Relatório de 2024 da National Institutes of Health, publicado no Journal of the American College of Cardiology, aponta que mulheres fisicamente ativas apresentam redução de 24% no risco de morte por qualquer causa, enquanto entre homens essa queda é de 15%. O dado se amplia quando o foco são eventos cardiovasculares fatais, como infarto e AVC: a diminuição chega a 36% entre elas, contra 14% entre eles. Mesmo com menor volume de exercício, os benefícios para o público feminino se mostram proporcionalmente mais expressivos.
É nesse contexto que o tênis ganha protagonismo. Ao combinar explosão muscular, resistência aeróbica e concentração intensa, a modalidade atua em múltiplas frentes do organismo. Para Raquel Rocha, professora da Fast Tennis, a versatilidade do esporte permite que ele acompanhe as diferentes fases da vida da mulher. “Na infância, estimula o desenvolvimento cognitivo e motor. Na fase adulta, ajuda a equilibrar o estresse. Já na maturidade, especialmente na menopausa, o impacto controlado das quadras auxilia na prevenção da osteoporose”, explica.
Entre os benefícios físicos, a queima calórica chama atenção. Uma partida pode gastar entre 400 e 600 calorias, favorecendo o controle do peso e reduzindo riscos de obesidade e diabetes tipo 2. O caráter intervalado do jogo acelera o metabolismo e fortalece grandes grupos musculares, como pernas e core.
O coração também responde positivamente. As arrancadas rápidas e mudanças de direção estimulam a circulação, fortalecem o músculo cardíaco e contribuem para o controle da pressão arterial. Soma-se a isso o impacto moderado sobre os ossos, que estimula o aumento da densidade óssea e reforça articulações — um cuidado essencial em fases de maior fragilidade hormonal.
Mas há algo que vai além da estatística. O foco exigido durante o jogo funciona como uma espécie de meditação em movimento. A liberação de endorfina e dopamina alivia tensões, enquanto o convívio em aulas e duplas fortalece laços sociais. Nas quadras, muitas mulheres encontram não apenas condicionamento físico, mas um espaço de reconexão consigo mesmas — ponto de partida para uma vida mais longa e equilibrada.
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