Casa Brasil abre portas para nova fase com exposições que celebram o Rio
Mostras gratuitas reúnem 60 artistas fluminenses
Casa Brasil abre portas para nova fase com exposições que celebram o Rio
Mostras gratuitas reúnem 60 artistas fluminenses
No coração do Centro do Rio, onde a cidade pulsa entre passado e reinvenção, a Casa Brasil inicia um novo capítulo. A partir de 9 de abril, o espaço cultural inaugura duas exposições que não apenas ocupam suas salas, mas reafirmam sua vocação: ser ponto de encontro entre arte, território e identidade.
De um lado, a coletiva Casa Fluminense reúne 60 artistas e 97 obras que desenham um mosaico vivo do estado. De outro, a individual Cada Cabeça é um Mundo, da fotógrafa Melissa Oliveira, mergulha na intimidade das barbearias de comunidades cariocas — lugares onde estética, afeto e sobrevivência se entrelaçam no cotidiano.
A proposta é clara: ampliar o acesso e valorizar a produção local. Com entrada gratuita, as exposições chegam após um período de forte adesão do público — mais de 80 mil visitantes passaram pelo espaço nos últimos quatro meses. Agora, a Casa Brasil aposta na continuidade desse movimento, aprofundando o diálogo com diferentes regiões e narrativas do Rio de Janeiro.
Na coletiva, a diversidade é o fio condutor. Artistas de cidades como Niterói, Paraty, Campos dos Goytacazes e Volta Redonda apresentam obras que atravessam temas como turismo, tradições e identidade cultural. A curadoria compartilhada reforça o caráter plural da mostra, que evita um olhar único para apostar em múltiplas perspectivas.
Já Melissa Oliveira conduz o visitante por um percurso mais íntimo. Nascida no Morro do Dendê, a artista volta seu olhar para profissionais que fazem das barbearias um espaço de criação e pertencimento. As imagens capturam gestos cotidianos e revelam histórias que, muitas vezes, passam despercebidas fora desses territórios.
Além das exposições, a programação inclui o projeto Conversas de Casa, que propõe encontros entre participantes de cursos livres e o público, ampliando a experiência para além da contemplação. A ideia é transformar o espaço em um organismo vivo, onde a arte também se constrói no diálogo.
Inserida no Corredor Cultural, a Casa Brasil reforça seu reposicionamento como um dos principais polos de difusão artística contemporânea do estado. A nova fase, apoiada por iniciativas públicas e privadas, sinaliza um investimento contínuo na democratização cultural.
Até 8 de julho, quem atravessar suas portas encontrará mais do que exposições: encontrará um retrato em movimento do Rio — múltiplo, diverso e em constante transformação.
Arte, território e identidade ocupam a Casa Brasil — e a entrada é livre. 🎨✨ #ArteContemporanea
#CulturaRJ
Casa Fluminense e Cada Cabeça é um Mundo
De 9 de abril a 8 de julho de 2026
Terça a domingo, das 10h às 17h
Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro, Rio de Janeiro
Entrada gratuita
Classificação livre
disponível para venda na Amazon: https://a.co/d/0gDgs0


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