Palco Supernova consolida nova geração da música no Rock in Rio 2026
Sete dias de shows revelaram novos nomes e sons
Palco Supernova consolida nova geração da música no Rock in Rio 2026
Sete dias de shows revelaram novos nomes e sons
Quando as luzes do Palco Supernova se acendem, a lógica é simples: quem chega para conhecer um artista pode sair do festival com uma nova descoberta na playlist. Em sua quarta edição, o espaço criado a partir da parceria entre o Grupo Sony Music Brasil e o Rock in Rio reforçou esse papel e transformou sete dias de programação em uma espécie de radar da música contemporânea.
A curadoria conjunta do Filtr Music e do Rock in Rio reuniu artistas de diferentes trajetórias, gêneros e gerações. O palco manteve sua vocação para apresentar nomes em ascensão ao lado de músicos já reconhecidos, mas ampliou o alcance ao incorporar também representantes da cena latino-americana.
A experiência não ficou restrita ao palco. As ativações do Filtr Music aproximaram artistas e público, enquanto fotos dos fãs ocuparam o telão do Supernova ao longo do festival. Nos bastidores, encontros entre artistas e admiradores ajudaram a transformar o espaço em um dos pontos de circulação e convivência do evento.
A diversidade apareceu desde os primeiros acordes. Larissa Luz apresentou o conceito de “Rock in Gil”, enquanto Diogo Defante encerrou uma das noites com sua habitual combinação de música, humor e teatralidade — incluindo um robô humanoide em cena. Lvcas e ZeROBADASS levaram a força das redes para o palco, em uma programação que também abriu espaço para João Gordo e Asteroides Trio, no projeto “Blitzkrieg Psycho Bop”, criado em celebração aos 50 anos dos Ramones. Jymmi London e Matanza Ritual completaram a presença do rock e do punk.
Na música brasileira, Zeca Veloso estreou em grandes festivais e recebeu Xamã em “Máquina do Rio”. O baiano Alee, por sua vez, encerrou o primeiro fim de semana com o peso do trap e uma plateia pronta para continuar acompanhando seus próximos passos.
O segundo fim de semana ampliou a presença feminina. Isa Buzzi e Ananda apresentaram seus trabalhos no pop, enquanto NandaTsunami, Bruna Black e Lourena circularam por diferentes territórios das rimas e do R&B. A música urbana ganhou ainda Celo Dut, Yago Oproprio, Sant e Delacruz, em shows marcados pela proximidade com o público.
Entre as imagens que permanecem desta edição está a estreia de Milo J no Brasil. Aos 19 anos, o argentino encontrou uma plateia formada por brasileiros e argentinos, unidos por bandeiras, vozes e repertório compartilhado.
Para Wilson Lannes, COO do Grupo Sony Music Brasil, a edição de 2026 representa um momento especial na trajetória do projeto. Já Roberto Verta, curador do Supernova, destaca a integração entre Filtr Music e Rock in Rio como parte fundamental da proposta.
Mais do que apresentar nomes, o Supernova reafirma uma característica essencial dos grandes festivais: algumas das descobertas mais interessantes acontecem justamente quando o público ainda não sabe o que está procurando.
Sete dias, muitos estilos e uma certeza: o Palco Supernova segue sendo território de descoberta. Do rock ao trap, do pop ao R&B, novos nomes ganharam palco, público e espaço para o próximo capítulo. 🎤✨ #RockInRio #MusicaBrasileira
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