🎯📢🔥 MASP transforma 2026 em um grande mosaico das histórias latino-americanas
Programação aposta em identidade, memória e disputa cultural no continente
Em 2026, o MASP volta seu olhar para a América Latina não como um território fixo, mas como uma ideia em permanente construção. Sob o eixo curatorial Histórias latino-americanas, o museu propõe um ano inteiro de exposições, cursos, palestras e publicações que investigam como identidades, narrativas e disputas atravessam a produção artística do continente. A proposta amplia um projeto iniciado em 2016 e consolida o MASP como um dos principais espaços de reflexão crítica sobre arte e sociedade na região.
A noção de latinidade será o fio condutor dessa programação. Mais do que celebrar afinidades culturais, o museu assume uma abordagem complexa, que reconhece contradições, heranças coloniais, resistências políticas e processos de reinvenção coletiva. Ao longo do ano, exposições individuais e uma grande mostra coletiva ocupam os edifícios Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi, além do Vão Livre, articulando passado, presente e futuros possíveis.
Entre os destaques está a exposição panorâmica de Sandra Gamarra Heshiki, que revisita 25 anos de produção marcada pela crítica institucional e pela criação do museu fictício LiMAC. Já La Chola Poblete apresenta sua primeira individual no Brasil, explorando o corpo como território político e simbólico, em diálogo com identidades indígenas, mestiças e dissidentes. A força do fazer coletivo aparece na mostra de Claudia Alarcón & Silät, que transforma o ato de tecer em linguagem estética e afirmação cultural do povo wichí.
A programação também projeta vozes indígenas contemporâneas, como Santiago Yahuarcani, cuja pintura articula cosmologia, memória familiar e história amazônica, e revisita ações históricas de arte política com o Colectivo Acciones de Arte (CADA), referência incontornável da resistência cultural durante a ditadura chilena. No campo da escultura e da instalação, Damián Ortega convida o público a repensar objetos cotidianos como diagramas sociais, enquanto Sol Calero transforma o Vão Livre em espaço imersivo de pertencimento e convivência.
O ponto culminante do ano será a grande coletiva Histórias latino-americanas, que ocupará cinco andares do MASP a partir de setembro. Dividida em núcleos, a mostra investiga colonização, extrativismo, migração, formas comunitárias de organização e cosmologias indígenas, propondo contranarrativas às versões oficiais da história.
Ao dedicar 2026 às histórias latino-americanas, o MASP reafirma seu papel como espaço de escuta, confronto e imaginação. Um museu que entende a arte como ferramenta para pensar o mundo — e transformá-lo.
O MASP transforma 2026 em um mergulho nas histórias latino-americanas, reunindo arte, memória e identidade em diálogo contínuo. #MASP #ArteLatinoAmericana #CulturaContemporânea #HistóriasLatinas
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